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sábado, 21 de janeiro de 2017

Daquelas coisas...

Uma publicação Facebokiana em que alguém felicita a sua antiga Escola Primária pelos 20 anos de existência. O texto é um agradecimento sentido por tudo aquilo que a escola lhe ensinou, numa caminhada que se iniciou "à 20 anos...". Só que na escola, aparentemente, não havia a letra "H".



Por estas bandas, muito trabalhinho, que vida de Interno é mesmo assim e vocês, meus estimados leitores, com certeza me perdoam pela ausência. Há trabalhos para fazer e muito que estudar. No fundo, é voltar quase ao tempo de faculdade, mas sem propinas e sem semana académica.



Inté*

Não me esqueço de vocês!

sábado, 7 de janeiro de 2017

O bebé da vizinha

Estou aqui a estudar e a minha vizinha de cima tem visitas. E essas visitas têm um bebé.
É um bebé que passa a maior parte do tempo a chorar. E eu ouço o puto a chorar e as palhaçadas dos pais para tentarem acalmar o berreiro. Um choro de um minuto não é coisa para me incomodar, mas tocar o disco muitas vezes torna-se um bocado aborrecido. Só mesmo o imaginar as figurinhas dos pais para aliviar um bocado a tensão. 
Todos fazemos figurinhas totós com os bebés, não é? Quase nos convencemos que é menos ridículo imitarmos um macaco em frente a um bebé do que em frente a um adulto. Eu confesso que sempre fiz essas figuras com todo o gosto. O que eu queria era ver o bebé esbugalhar os olhos a rir.

Estou quase a subir as escadas para ir lá acima oferecer os meus dotes totós.
Este bebé chora tanto que já não chora; ele parece que chove.


Inté*

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Então?...

Contem-me coisas: como correram os primeiros dois dias do ano? Ainda se mantêm as boas resoluções? Já lá vão 48h! Estatisticamente, 50% das resoluções já foram ao ar...

Quanto a mim, tive hoje o meu primeiro dia no meu serviço. O ano de estágio em Medicina Interna passou a correr! E fico contente por já estar na minha especialidade, propriamente dita.
Ainda assim, devo dizer-vos que depois de um ano de rotinas, "cair" assim noutro serviço com uma organização completamente diferente é bastante estranho... mas com calma, a coisa vai.

Não tenho muitas mais novidades para vos contar além de que, talvez numa tentativa de compensar tudo o que eu comi no Natal, o meu corpo decidiu brindar-me com uma rinite e a associada falta de paladar de forma que, a comida não me sabe rigorosamente a nada... talvez ele acredite que desta maneira me vai fazer ingerir menos calorias...



Inté*


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Os dias que não contam

Psst! Cheguem-se aqui que eu vou contar-vos uma coisa, mas não podem espalhar por aí!!!
Todos sabemos que a recepção de presentes no Natal está dependente do nosso bom comportamento durante o ano. Contudo, reparem que depois do Natal e até ao Ano Novo existe uma semana que não conta para a estatística. 
Ora pensem comigo: o período de 26 a 31 de Dezembro é aquele período em que já recebemos as prendas de Natal e em que ainda estamos no ano anterior àquele em que vamos celebrar o próximo Natal. 
Assim, para todos os efeitos, esta semana não conta, daí que é o período do ano em que nos podemos portar mal sem consequências práticas. Estão a perceber?

Portanto, minha gente, aproveitem! Só têm mais dois dias!
E não digam nada às crianças.


Inté*

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Notificação aos mais distraídos

Temos exactamente dois meses para cumprirmos todas aquelas boas resoluções de Ano Novo que nos propusemos em Dezembro de 2015 (e quiçá algumas de 2014, 2013...).

Portanto, dois meses para perdermos peso, deixarmos de fumar, praticarmos mais exercício, estudarmos mais, sermos mais pacientes... antevêem-se dois meses altamente produtivos.

Força nisso!



Inté*


sábado, 29 de outubro de 2016

Quem é amiga, quem é?

Um conselho, meus estimados leitores:


Quando o Mundo lá fora se vos apresentar demasiado egoísta, frio e mau, venham à Internet. Aqui, toda a gente é boa, extraordinária, regida pelos princípios mais nobres da moral e dos bons costumes. Oh!, como seria bom que as pessoas que habitam o Mundo virtual também pudessem ter papel activo no Mundo real!


Ah, espera...



Inté*

Simbioses improváveis... mas que deveriam existir

Dias de Sol com o som da chuva a cair;
Casacos que tivessem o abraço da Mãe;
Perfumes com cheiro a Mar;
Ambientadores com aroma de bolos de chocolate acabados de cozer;
Buzinas que soassem como os passarinhos.


Inté*

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Aceitam-se apostas!

Que som é aquele que se ouve quando desligamos o Skype?



Inté*

[EDIT a 27/10]: eu acho que é um bocejo e fico ofendida. Porque me parece daqueles bocejos que soltamos quando estamos aborrecidos de morte. Como se a conversa tivesse sido o expoente máximo do tédio, apenas tolerada por cortesia... bem, seja lá o que for, o que é que isto interessa para o Mundo, não é verdade?

sábado, 22 de outubro de 2016

Bons tempos




O difícil era escolher!...


Inté*

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Ter o peso de um tamboril

No Verão passado, a Manhê e o Beau-père estiveram cá em casa a passar uns dias. Manhê gosta muito de cozinhar, vocês já sabem, e gosta de cozinhar com bons ingredientes, pelo que o peixinho confeccionado cá em casa, foi sempre peixinho fresco comprado ao peixeiro (de seu nome Adão), que tem o negócio mesmo junto do local onde descarregam os pescadores.
Era costume eu ir também com ela, pois claro. Numa dessas nossas idas ao peixe, comprámos tamboril. Disse-nos o Sr. Adão:

- Era um tamboril enorme! Olhe, devia ter o peso da menina... - (a apontar para mim).

"Ena pá, - pensei cá para comigo- era cá um mostrengo!"

- ... tinha p'raí uns 48Kg - concluiu.

Ri-me muito. Para dentro, claro. Deixem lá o senhor peixeiro acreditar que peso 48Kg! Ainda bem que o senhor usa balança, porque se vendesse a olho, digo-vos uma coisa, ficava na miséria.

Quarenta e oito kilos. 'Tá bem, 'tá...



Inté*

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Sem luz...

Não, não. Isto não é um post melodramático acerca da falta de luz na vida como uma analogia estupenda entre a luz e tudo aquilo que pode dar um verdadeiro sentido à nossa existência. 
É mesmo um post sobre o meu disjuntor. Ontem, pelas 17h00 fiquei sem luz. Puf!, aí vai ela. Portátil sem bateria, telemóvel a pedir carga... um cenário idílico. Eu, sempre muito paciente, esperei que ela voltasse. Mas ela não voltava. Esperei 20 minutos, nada; esperei 30 minutos, nada. Até que às 17h45, resolvi ir bater à porta da vizinha e perguntar se seria uma falha geral. Ora, a vizinha abre a porta e todo um clarão de luz se reflecte na minha pessoa - a vizinha tinha electricidade. Ainda assim, estupidamente, perguntei-lhe se tinha luz, ao que ela me respondeu que sim (pois claro... ).

Mas eu não tinha. Então, fui bater à porta do segundo vizinho que, segundo a primeira vizinha, se desenrasca bem com essas coisas de electricidade. Lá fui eu, de pantufas, bater à porta do segundo vizinho que, depois de uma luta renhida para não deixar o gato fugir, veio espreitar o quadro eléctrico. E voilá!, o meu disjuntor era a fonte de todo o problema: tem mau contacto e, aparentemente, disparou assim, sem mais nem menos. Então, o segundo vizinho, decide que é melhor chamar o filho, porque "ele é que percebe destas coisas". E lá vem ele (já lá vão três vizinhos). "Ah e tal, tem de se trocar a peça o mais rapidamente possível porque isto pode aquecer" (e eu a pensar: mau! Não me conheces de lado nenhum e achas que por estares no meu hall de entrada já tens direito a esse tipo de insinuações?), " e pode haver um in-cên-dio". ROOOOAAR! (som de trovões). O pânico!

Portanto, naquele momento:
- estou sem luz;
- já mobilizei três vizinhos;
- vi um gato que, a julgar pela velocidade a que queria fugir de casa, encarna o Diabo (o que, neste caso específico, é bastante indesejável, dado o potencial risco de incêndio);
- existe uma probabilidade não negligenciável de isto se tornar um fogaréu.

Reparem como eu, uma única pessoa, consegue mobilizar tantas outras! E agora, tenho luz porque o terceiro vizinho, filho do segundo vizinho, recomendado pela primeira vizinha deu à luz (impossível não meter uma piada amarela obstétrica sempre que se fala de luz...), e estou aqui à espera do electricista porque não me apetecia ter de mobilizar os bombeiros também...



Inté*

É o progresso!...

Por razões logísticas da construção civil, cortaram quase todas as árvores da minha rua, que agora parece um corpo nu, anémico e desventrado,  com todos aqueles canos e buracos no chão. É o progresso, certamente. Melhorar as infraestruturas para que estejamos mais confortáveis em casa porque, com este triste cenário, quase não vale a pena sair à rua.

Quanto a mim, gosto do verde (clubismos à parte), e das sombras no Verão. Cá por casa, há quatro plantinhas que são alvo de todo o meu cuidado. Regar, trocar os vasos, aparar, pontas secas, procurar dar-lhes luz suficiente (lá vão elas ao colo, ora para a sala, ora para a cozinha), são tudo tarefas levadas a cabo com muito carinho.
Uma delas é uma orquídea e é o meu orgulho. Tão delicada, melindrosa até. É assim, uma espécie de filho mais fraco da ninhada. Acho que tem sido feliz porque, de tempos a tempos, presenteia-me com novos rebentos que eu espreito todos os dias na ânsia de os ver crescer.

Pessoalmente, dar-me conta de como o cuidado que lhes dedico as faz crescerem tão bonitas, é muito gratificante. Acredito que deva ser mais ou menos a sensação que experimentam os pais ao testemunharem o crescimento feliz dos seus pequenos embora, claro está, numa escala imensamente maior!...

No fundo, ter filhos é plantar pequenas florinhas, não é? A história da sementinha não era completamente descabida...


Inté*

E eu que gosto tanto de flores e plantas e como vegetais, já viram? Que vira casacas...


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Culinária

Ontem, tinha a panela da sopa à minha espera. Hoje, tenho uns tomates pelados na bancada da cozinha.

Enlatados, está bem? Nada de divagar! 



Inté*

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Tarefas...

Está ali na minha cozinha, uma panela de sopa a pedir insistentemente para ser feita e não há ninguém, ninguém!, que se compadeça da pobrezinha. Vou ter de ser eu, não é? Vou ter de ser eu a acudir a coitada...

... e ao cesto da roupa para passar...

... e à limpeza de amanhã...

... e, basicamente, cá em casa, estas coisas só chamam por mim. Podiam chamar pelos vizinhos, não era? Ou pela minha segunda personalidade e dividíamos isto a meio.



Inté*

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Estes dias de Sol intenso!

Começou a chover há uma semana. Há uma semana que ninguém por estas bandas tem dúvidas de que o Outono veio de malas bem aviadas. A avaliar pela minha experiência nos magros 10 meses em que resido nesta cidade, lá para Junho talvez, pare de chover.

Eu e a chuva podíamos ter uma relação pacífica se ela só viesse de noite, quando estou quentinha na minha cama. É tão bom adormecer com a chuva a cantar lá fora, não é? Mas quando saímos as duas ao mesmo tempo... a coisa não resulta. O cabelo não resulta, a roupa encharcada não resulta, o chapéu a pingar tudo também não resulta. Enfim. De qualquer maneira, não posso ser a única a estabelecer condições e a chuva já aqui está há muito mais tempo do que eu!

Vamos convivendo cordialmente, não é assim? Há pessoas que são mais chuva, outras que são mais Sol... vamo-nos molhando e secando uns aos outros, e mantém-se isto mais ou menos equilibrado.



Inté*


domingo, 16 de outubro de 2016

Pequenos grandes dramas

Deve haver poucas coisas tão aflitivas como não conseguir fechar um chapéu-de-chuva num espaço público...



Inté*

sábado, 15 de outubro de 2016

Queria pedir-vos desculpa, estimados leitores!

Queria pedir desculpa aos meus estimados leitores por não terminar as minhas respostas aos vossos comentários com um gesto mais carinhoso e íntimo como "um beijinho" ou "beijinhos!", ou outro semelhante. Desculpem-me esta falta de sensibilidade e amabilidade, mas nunca fui muito adepta da distribuição pouco criteriosa de beijos e gestos de carinho. Sempre fui meia esquiva a esse tipo de gestos (mas conheço quem seja mais, não é, querida Mana?). Há quem apelide a atitude de muitas coisas, como por exemplo, bicho do mato; eu não chegaria a tanto, mas admito que possa ser um bocadinho Mogli, vá.

E se eu nem beijo o Menino na Missa de Natal, havia de andar por aí a distribuir beijos pela blogosfera, não? Ósculos espalhados por essa internet fora, sem eu saber onde vão cair? Humm... não me parece. De vez em quando lá vai um ou dois, mas só em situações muito particulares. Então beijinhos associados a determinadas características que eu não vou mencionar, mas que, na tentativa de demonstrarem sensualidade, me recordam, em vez disso, uma velha a babar-se, nunca ninguém me viu dar! Nojo, nojo, nojo...

Eu gosto de vocês na mesma, está bem?



Inté*

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A Língua Portuguesa... é uma marota!

Balear.
Balear é um verbo que, quanto a mim, é definido erroneamente nos nossos dicionários. Diz o Priberam que balear é: "atingir com bala, provocando dano, ferimento ou morte".

Ai é? Agora experimentem conjugar o verbo... Sabem o que dá?

Eu baleio
Tu baleias
Ele/Ela baleia
Nós baleamos
Vos baleais
Eles/Elas baleiam

Atentem bem: ela baleia. Balear é, portanto, engordar pessoas, é torná-las baleias. É mais ou menos o que a Manhê tenta fazer comigo quando eu vou a casa ou quando me envia e-mails com receitas.
A minha Mãe baleia-me, a minha Avó baleia-me e eu sou baleada desta forma leviana, apanhada completamente desprevenida, sem apelo nem agravo, totalmente indefesa.

É terrível. Realmente, balear pessoas, de uma maneira ou de outra, é bastante feio.


Inté*

Séries

Gosto muito de ver séries. Mas só consigo ver as séries quando já terminaram e tenho a totalidade das temporadas à minha disposição. Ou seja, eu não gosto de esperar pela semana seguinte para ver o próximo episódio e muito menos, ter de esperar UM ANO para ver a nova temporada. E como se não bastasse, tenho outro problema que é esquecer-me muito facilmente do enredo. 

Agora imaginem o que é seguir Game of Thrones. Consegui ver as três primeiras temporadas de uma assentada - tudo muito bem. Mas, meus amigos, com tanto tempo de espera entre as temporadas seguintes, eu já não sei quem é quem, quem morreu, quem comeu, quem matou... perdi-me completamente. E a história é tão complexa que é impossível para mim acompanhar a série! De maneira que... desisti. Vou esperar até que aquilo acabe e eu possa sentar-me no sofá a ver os episódios que eu quero e quando quero.

Portanto, acho que não sou a pessoa mais indicada para assistir a séries e que nem sequer me posso apelidar fã desta espécie de entretenimento porque não me encaixo bem no perfil que é suposto. É mais ou menos como comer chocolate, percebem? Ou bem que vai a tablete, ou escusamos de tentar comer só um quadradinho por dia...



Inté*

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Quando temos fenómenos bíblicos em casa

Jesus multiplicava pão e peixe; cá em casa, multiplicam-se tampas de tupperwares. E não é um fenómeno desprezível, não pensem lá! A relação tampa/tupperware cá por casa é, mais coisa menos coisa, de 2:1.

Dava-me mais jeito a multiplicação do peixe... mas pronto, lá chegaremos.



Inté*