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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Elogios

CUIDADO: vou ser má. E crucificada talvez, mas vou ter de desabafar convosco porque é algo que está aqui dentro, muitas vezes adormecido, é certo, mas que as redes sociais insistem em despertar em imensas ocasiões, e me deixa doente.

Vocês sabem que o valor dos elogios é muito relativo, certo? Por exemplo, elogios vindos da mãe ou da avó devem ser sempre alvo de um atento escrutínio, dada a sua clara falta de imparcialidade. A Manhê e a Avó também dizem sempre que eu sou muito linda e isso em mim já não tem efeito extremamente nenhum (talvez entre -10 e zero, vá) porque eu sou uma pessoa com um espelho redondo na casa-de-banho e porque sei que a realização pessoal não passa por uma carinha laroca e, portanto, convivo bem com a minha ausência de beleza (ausência de beleza... Não é o mesmo que ser-se feio). 

Ora bem, acredito que a maioria de vocês tenha Facebook (essa coisa inútil que eu não desactivo porque me ajuda a recordar alguns eventos e datas de aniversário) e, portanto, estarão familiarizados com esse fenómeno que eu muito carinhosamente apelidei de "mentira descaradona". E que fenómeno é esse, Estudante? Passo já a explicar.

Sabem quando alguém coloca uma fotografia e surgem comentários como "que linda!", "Uau! Que gata", "Estás maravilhosa", e outros que tais, que fazem alusão a uma beleza inexistente, cuja visualização só pode ser explicada por um amor incondicional por parte de quem escreve ou por interesses doutro tipo? Não vos faz confusão?... ver como a pessoa não foi abençoada por Deus com os pós da beleza e, ainda assim, é alvo deste tipo de comentários? Eu acho ofensivo... porque é mentira, claramente!

Todos nós já fomos vítimas deste tipo de comentários, certo? Mesmo até em reuniões de família. E é tão constrangedor! Eu acho quase ofensivo que alguém me elogie desta forma porque, ou a pessoa quer ser agradável, ou é zarolha de todo.

Mas há elogios piores! Também já devem ter reparado naqueles indivíduos que, e isto é mais frequente nas felicitações de aniversário, elaboram grandes discursos em que o visado é a "melhor pessoa do Mundo", "com um coração enorme", "super inteligente", "grande amigo" bla, bla, bla... e vocês assistem impotentes a algo que sabem ser completamente mentira e sem sentido nenhum mas não são capazes de desmentir. Enfim.

Há formas de elogiar sem mentir. Podemos dizer que gostamos do vestido, do anel, do corte de cabelo... não é preciso dizer ao Shrek que está bonito, compreendem?
E quanto às qualidades da pessoa, idem. A pessoa é amiga dos animais? Tudo bem, óptimo! É altruísta, ajuda os outros... podemos ficar por aí. Não é preciso dizer que é boa em tudo o que faz, que tem um QI  acima da média. Cada um é o que é e isso é que tem valor.

Atribuir a alguém qualidades que não tem é menosprezar aquelas que realmente possui, compreendem? Como se não fossem suficientes! Como se, para além daquilo que é, devesse ser mais alguma coisa...

E isso está mal, caramba.



Inté*

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A Ponte dos Espiões




Durante a Guerra Fria, um advogado Americano é incumbido da defesa de um espião Soviético e posteriormente, auxilia a CIA nas negociações para a troca deste espião por um piloto Americano capturado após um acidente de avião.

Uma descrição muito breve (e aquém) deste grande filme onde, mais uma vez, Tom Hanks demonstra que é um dos melhores actores de sempre e, obviamente, Steven Spielberg nos brinda com uma produção extraordinária.

Adorei o filme!


Inté*

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Fim-de-semana graaande!

Fim-de-semana prolongado e a Estudante está de Urgência no Sábado.

Olhando para o calendário, e tendo em conta que as escalas de urgência são rotativas e que portanto, é possível prever os dias de serviço de urgência até ao final do ano, estive e vou estar a trabalhar em praticamente todos os fins de semana prolongados ou fins-de-semana com possibilidade de ponte.

É assim a viola.


Inté*

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Alegrar a cozinha

Vou partilhar convosco alguns pequenos pormenores (não que eu seja uma grande cozinheira...) que, pelo menos a mim, me alegram um bocadinho o paladar:

- pôr tomilho no creme de legumes;
- usar cominhos em pó na sopa de feijão;
- comer os ovos cozidos com uma pitada de pimenta e mostarda;
- canela... em quase tudo! No leite, na aveia do pequeno-almoço, nos iogurtes...;
- pôr gengibre no chá.

E vocês? Têm algum truque para deixar a comida mais apetitosa? 


Inté*

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

...

Considero-me uma pessoa bastante pacífica.

Mas, ah, saudade! Eu matava-te já e alegava legítima defesa!


Inté*

domingo, 7 de agosto de 2016

Confesso...


... eu e os Domingos nunca tivémos uma relação fácil.


Inté*

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Quando as coisas são bem feitas




Fotografia tirada pela mana de um banco de jardim em Edimburgo. Muitos deles têm estas plaquinhas de metal com dedicatórias. Esta era das mais bonitas.


Inté*

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Surpresas

Provavelmente, existirão poucas coisas capazes de nos preencherem tanto como uma viagem. Viajar, ouvir línguas diferentes, ver pessoas diferentes, descobrir novos hábitos, descobrir diferenças em pequenos pormenores... é tão refrescante e libertador!

É certo que hoje em dia, com o acesso que temos às tecnologias, que nos permitem visitar um lugar mesmo antes de o podermos fazer presencialmente, o factor surpresa acaba por ser sempre um pouco atenuado. 

Acho que, apesar de todas as vantagens deste nosso Mundo tão informatizado, uma das possíveis desvantagens é que quase nada nos é desconhecido: já ouvimos falar, já vimos na televisão, já vimos fotografias... claro que ver através de um ecrã de computador ou de uma televisão nunca é a mesma coisa do que fazê-lo presencialmente. Mas um dia, eu gostava de experimentar uma surpresa verdadeira, daquelas que provavelmente as pessoas tinham há um século atrás quando, por exemplo, deixavam o interior do país para visitar o litoral; quão extraordinário seria ver o mar pela primeira vez! Esta é uma sensação que nós, provavelmente nunca teremos, pelo menos não na magnitude em que os nossos antepassados a vivenciaram.

Invejo-os por isso... eu queria ter aquela sensação de surpresa que nos rouba um batimento cardíaco ou dois.



Inté*

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Competências

Ser adulto é conseguir lavar os doentes sem deixar que a espuma nos escorra pelo braço abaixo até ao cotovelo e pingue, desgraçadamente, sobre a nossa roupa. 

Aí está uma competência que eu ainda não adquiri. 
E mais: às vezes, quando me dou conta de que a espuminha começa a descer por ali abaixo, silenciosa e matreira, engendro toda uma dança para tentar controlar o percurso da dita. Torce daqui, levanta o braço d'além... ângulos de flexão estrategicamente calculados... E péssimos resultados, digo-vos já; se não pinga na camisa, pinga no chão... AAAAAIIIII!

É; um diploma não é tudo na vida.


Inté*

domingo, 19 de junho de 2016

Ups...

Retiro tudo o que disse no post anterior.

É Quarta-feira. Na Quarta-feira é que vai ser a sério!


Inté*

sábado, 18 de junho de 2016

E o Jogo de Hoje?

Minha gente, não se preocupem porque hoje Portugal vai ganhar.

E como é que eu sei isto? Por uma razão muito simples; vou estar a trabalhar e não vou poder ver o jogo. Portanto, o jogo vai ser espectacular e nós vamos ganhar.

Na próxima 4ª-feira, como vou poder assistir ao jogo, já não vos posso prometer nada.

Mas hoje ganhamos, tenho a certeza.



Inté*

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Menina do tempo

Eu sei que falamos do tempo quando não temos mais assunto sobre o qual dissertar.
Mas hoje nem é o caso.

É que eu, realmente, quero sol e dias bonitos! Caramba! Estamos quase em JUNHO! Estás a ouvir São Pedro? Estamos quase em Junho!!!!


Inté*

terça-feira, 24 de maio de 2016

Alcunhas

Nos primeiros meses de faculdade (txiii... há quanto tempo!), quase todos nós tínhamos uma alcunha que mais tarde vinha a ser o nome de praxe. Eu nunca tive uma alcunha sem ser em casa. Duas letrinhas que só os mais chegados utilizam para me chamar. Nem sei se será uma alcunha ou um diminutivo... curiosamente, o diminutivo do meu nome é bastante maior do que o nome em si, o que de resto acontece com imensas outras palavras. Deixa-me um pouco intrigada porque é que quando nos queremos referir as coisas pequeninas, lhes aumentamos o nome...


Inté*

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Um fenómeno!

Os lugares do autocarro. Ou camionetas, como lhe queiram chamar. Nós temos um bilhete com um lugar marcado mas, raras vezes, o nosso lugar está vago. Então, sentamo-nos noutro lugar. Depois, vem alguém cujo lugar é aquele em que estamos sentados. Enfim, um jogo das cadeiras a relembrar os felizes tempos da infância.

Eu compro o meu bilhete com a antecedência suficiente para poder escolher um lugar à janela. Eu tenho direito a sentar-me no lugar que escolhi. Mas alguém achou por bem sentar-se num lugar qualquer que, por acaso, até era o meu. E reparem, todos podemos escolher o nosso lugar. E há muitas janelas no autocarro. Não precisamos competir arduamente por um lugar ao sol!

Quando por acaso alguém reivindica o seu lugar é um mal-educado, impertinente que só quer arranjar confusão. Reparem na transferência de papéis: aquele que ignorou as regras básicas de civismo acusa o outro de querer comprometer a ordem pública. Que lata.

Lamento, mas quando alguém está no meu lugar, é convidado a levantar-se. É uma forma de evitar que mais tarde alguém me faça saltar a mim e a alguém depois de mim. As pessoas gostam de complicar, não é? Se se podem sentar no lugar que lhes é atribuído (e que podem escolher!), porque é que se sentam noutro qualquer sabendo que alguém lhes poderá pedir para se sentar naquele sítio?

Não entendo. A sério que não entendo...


Inté*

domingo, 22 de maio de 2016

Não tenho cara de médica

Não tenho cara de médica. Sou "a menina", "a enfermeira" (parece que as enfermeiras são sempre as mulheres mais novas e as médicas, as mulheres mais velhas...), "a estagiária". 
Não deixa de ser divertido que me achem com cara de "não médica". Nem sei exactamente, quais os requisitos de uma cara de médica.
Há doentes que inicialmente, me tratam por menina e depois, quando por algum motivo se dão conta de que sou a médica deles, corrigem muito aflitos o pronome e pedem desculpa. Não percebo porquê. Eu continuo a ser uma menina. O Mestrado não teve nenhum efeito colateral nessa parte.


Inté*


quinta-feira, 24 de março de 2016

Aniversários

No dia do meu aniversário recebo mensagens de parabéns de vários estabelecimentos comerciais. Não sei se vos acontece o mesmo, mas deduzo que sim. É da óptica, é da loja disto, da loja daquilo... enfim. Uma estratégia de marketing como tantas outras - obviamente, eles não querem saber do nosso aniversário para nada, à excepção talvez das ópticas (a idade não perdoa e raramente morremos sem um par de óculos) e das funerárias (por motivos mais do que evidentes...). Mas da funerária nunca recebi os parabéns. É verdade que não sou cliente assídua porém, de qualquer maneira, como deve ser bom para os donos deste tipo de negócio assistir ao envelhecimento da população! Quantos potenciais clientes! Cada ano que passa é um caminha inevitável para os lucros de uma casa deste tipo.
Pensando bem, seria uma hipocrisia da parte de uma funerária dar os parabéns a alguém. O que eles querem mesmo é que morramos e que nos deixemos destas coisas - bolos, desejos de muitos anos de vida... uma tradégia.

Uma funerária honesta nunca diria menos do que isto:

"Hoje é o seu aniversário. Mais um ano em que não tivémos o prazer de o ter como nosso cliente. Talvez durante este ano tenhamos o gosto de lhe prestar os nossos serviços".

E quem é que queria ser cliente desses senhores que tão abertamente expressam o desejo de nos ver em quatro tabuinhas?? Ninguém! O mundo dos negócios nem sempre é compatível com o bom carácter das pessoas. É preciso uma certa hipocrisia.


Inté*


quarta-feira, 23 de março de 2016

Notícias

A minha periodicidade de postagens tem sido muito variável... ou lábil, como nós dizemos em termos médicos. Na verdade, até estou de férias, portanto não será propriamente por perda de tempo mas antes, por falta de assunto. Ou talvez não. A verdade é que eu nunca fui muito boa em fazer conversa de circunstância e, aparentemente, também não sou muito habilidosa em escrita de circunstância. Talvez faça parte desta minha personalidade perfeccionista e quase obsessiva pensar que aquilo que é dito deve ter sempre alguma utilidade e, não se verificando tal requisito, mais vale manter a boquinha fechada.
Mas também não acredito que cada coisa que digamos deva ser objecto de uma dissertação de Mestrado e este critério de qualidade que referi é algo que aplico mais à minha pessoa do que aos outros... Enfim. Nem eu me compreendo, por favor, não tentem fazê-lo sozinhos em casa.

De resto, a vida cá vai andando. O Solinho vai espreitando de vez em quando e aqui por casa está tudo praticamente igual, parece que o tempo pára enquanto estou fora. Quando chego, parece-me sempre que saí no dia anterior... 

O Simbinha magoou uma pata e duas idas ao veterinário valeram-lhe uma mão de medicamentos e um "funil" na cabecita. Quando se senta parece um candeeiro...


Inté*


sábado, 5 de março de 2016

Os insectos e os livros

Ler um bom livro é, na minha humilde opinião, das melhores coisinhas que há nesta vida. Quando fico absorta na leitura, consigo ficar horas a fio agarrada a um livro. Aqui há uns dias, estava eu num desses momentos de alienação quando, por entre as páginas, surge um pequeno bichinho (insecto que eu descreveria com grande rigor científico, como uma bolinha preta). Não lhe dei grande importância e soprei-o para longe dali, não fosse esmagá-lo quando iniciasse a página seguinte. Daí a uns minutinhos, outro pequeno espécimen decide dar ares de sua graça, passeando-se por entre as frases, com uma pressa inexplicável, as patinhas de insecto a mexerem-se velozes sobre o papel.

Eu estava a ler na rua e, por momentos pensei que tal pudesse explicar esta comunhão entre o livro e a Natureza. Mas repetiu-se tantas vezes, que não me pareceu descabido de todo pensar que a manutenção dos livros da Biblioteca Municipal se faria durante a noite, por pequenos insectos bibliotecários. É ridículo, eu sei. A minha mente, não raras vezes, vagueia por um imaginário infantil subconsciente. Cheguei a imaginar até se não existiria um feitiço qualquer que tivesse condenado bibliotecários humanos a uma vida de artrópode.

Enfim. Talvez não me consiga focar completamente quando estou a ler. Por muito que goste do livro, há sempre uma janelinha por onde uma parte da minha concentração insiste em saltar...

Sim, já sei o que estão a pensar. Há serviço de Psiquiatria aqui no hospital, sim.


Inté*

quinta-feira, 3 de março de 2016

Cabelos...

O meu cabelo é uma fera difícil de domar. Bem sei que o despenteado e o natural andam na moda mas, na verdade, o verdadeiro despenteado, aquele que o é mesmo, sem manipulações, minha gente, só é bonito nos livros e nas frases feitas do Pinterest...

Ter um cabelo como o meu requer muita paciência. Há dias em que me resigno com o facto de sua excelência parecer ter vida própria e há outros em que o cortava rente, se pudesse. 

Digamos que o meu cabelo tem toda a rebeldia que eu não tenho; a pobre ficou-se pelo couro cabeludo e não se estendeu mais distalmente.



Inté*


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Cookies e mais cookies

Já estou farta daquele aviso que aparece em diversos sites acerca dos cookies. Coisinha chata!
Ainda se fosse um aviso sobre a possibilidade de a visita a determinado site poder culminar num arremesso de cookies, daqueles que se comem, a partir do ecrã... isso é que era de valor.



Inté*