terça-feira, 20 de outubro de 2015

Para quem não pode fazer nada

Sabem aquela sensação de querermos fazer algo de útil mas não sabemos bem o quê? Pois bem, hoje deixo-vos umas dicas.

A primeira, é o site da Amnistia Internacional. Se acederem a este site, para além de poderem ajudar de muuuuitas outras formas, podem também assinar as petições que fizerem mais sentido para vocês. Dois minutinhos do vosso tempo que podem fazer toda a diferença. A Amnistia Internacional já conseguiu resolver alguns casos graças às nossas assinaturas. 


Outra forma de ajudar: se vai viajar, saiba que há uma forma de ajudar a Amnistia Internacional sem qualquer custo adicional. Basta fazer a reserva através deste link do serviço Booking. Quer se tratem de viagens de negócios ou de viagens pessoais de lazer, as marcações através deste link vão possibilitar que, por cada noite reservada, dois euros sejam doados à Amnistia Internacional. Sem custos adicionais!



Se fornecerem o vosso e-mail, têm a possibilidade de serem frequentemente informados sobre novos casos. Podem também fazer um like na página do Facebook.


A seguinte dica é para vos relembrar que os clientes Meo podem converter os seus pontos em donativos para diferentes instituições. Basta acederem à vossa área de cliente e procederem à troca dos vossos pontos.


Gestos pequeninos, sem custos e que podem fazer a diferença.



Inté*

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Doutores e doutores




Quando esta tirinha foi publicada na página do Armandinho, algumas pessoas disseram que os médicos iam sentir-se ofendidos.

Na verdade, quando vi a ilustração pela primeira vez, fiquei na dúvida se seria realmente dirigida aos médicos ou a todos aqueles que se auto proclamam "doutores" com base em... sei lá. É que se ganhou um amor muito grande àquele "Dr-zinho" que vem antes do nome. Perderam-se os títulos da nobreza e veio o Dr. para os substituir - o ser humano gosta muito de se sentir distinguido (não exactamente por aquilo que faz, mas antes pelo estatuto que tem ou que faz crer que tem).

Por isso, hoje em dia, quase todos somos doutores de alguma coisa. Às vezes, basta estarmos sentados atrás de uma secretária, mesmo que não façamos nada durante todo o dia, e já somos doutores. Não é fabuloso? Como vamos então distinguir os verdadeiros doutores dos doutores auto-proclamados? Fácil. Os verdadeiros doutores nunca exigem ser tratados como tal; são, na maioria das vezes, pessoas realmente simples que sabem que o seu valor está naquilo que são e naquilo com que contribuem para o Mundo, portanto, não necessitam ganhar visibilidade exigindo aos outros que os tratem de certa maneira. 

Os doutores auto-proclamados não têm nada que sustente o seu Dr; a vida não plantou neles um ego satisfatório, pelo que é necessário colmatar essa lacuna. Além disso, aparentemente, não têm nada que faça crer aos demais que sejam doutores então, uma vez que o Dr. não é proferido espontaneamente, é preciso pedir (com um tom autoritário para mascarar a imploração) que os tratem como tal. E às vezes, as pessoas até se esquecem desse pormenor porque, enfim, não há nenhum aspecto que lhes recorde que aquela pessoa possa mesmo ser diferente, e mais uma vez, o doutor auto-proclamado, reaviva a memória com um "António, não; Doutor António".

Porquê? Não sabemos.

Mas reparem, este costume matarroano que ganhámos de nos afeiçoarmos a um Dr. em vez de gostarmos ser tratados pelo nosso nome, cada vez tem menos razão de ser. Quando o varredor na rua (sem qualquer intenção de desvalorizar a profissão) for tratado por doutor, os doutores auto-proclamados vão continuar a querer serem tratados por Dr.? Acreditam mesmo que um Dr. faz de alguém uma pessoa melhor e mais amada?

E já agora, para que serve o Dr.? Dá descontos no Cartão Continente?...


 
Inté*

Falta um mês!

Falta exactamente um mês para o exame do Harrison, já várias vezes abordado por aqui.

Um mesinho para rever matérias e limar arestas.

Um mesinho para se verem livres de dias e dias de estudo e sacrifício.
Eu bem sei que vocês vão desabafando com quem está à vossa volta. Mas não é fácil para o comum mortal perceber que é necessário estudar um ano inteiro a fio para um exame; que é necessário abdicar de muitas saídas, de muitos serões com a família, de muitas horas de sono e de tantas, mas tantas outras coisas para conseguirmos um bom resultado. 

Apesar de alguns aspectos cómicos que essa grande empreitada possa assumir, só quem passa por ela é que compreende verdadeiramente o que é o Harrison.

Força. Já está quase!



Inté*


domingo, 18 de outubro de 2015

Dia do Médico

Dois minutinhos de pausa para vos dizer que hoje é o Dia do Médico!




Que haja sempre muitos médicos merecedores do título de heróis. Que mais do que a capa e a máscara, tenham lá dentro um coração assim muito, muito grande, cheio de super poderes.



Inté*

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Parece que sim

Aqui a menina anda mais ocupada. E prevê-se que o fim-de-semana seja bastante preenchido também. O lado positivo é que estão a dar chuva para os próximos dois dias, pelo que o incentivo a ficar em casa a trabalhar sempre é um pouco maior do que quando o Sol está radiante lá fora.

Um bom fim-de-semana para vocês!

("fim-de-semana" ainda leva hífen? Já nem sei...)



Inté*

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Estou no hospital

Manhê é uma mãe galinha. Não do tipo galinha-pega-monstros, daquelas que nos sufocam com tantos cuidados e apego. Mas é preocupada que chegue... sobretudo quando chove a potes e eu pego no carro para ir trabalhar.

Mas Manhê fica descansada quando, chegada ao meu emprego, lhe digo: "estou no hospital".

Poucas mães se devem sentir aliviadas com este tipo de mensagens.



Inté*


domingo, 11 de outubro de 2015

Ai as voltas que isto dá!

Quando dizemos que alguém saiu ou foi dar um passeio, nunca dizemos apenas que a pessoa foi; dizemos que a pessoa foi dar uma volta. Partimos do princípio que a pessoa foi mas virá outra vez. 

Quando dizemos: "foi dar uma volta", na verdade, aquilo que dizemos não é que alguém está ausente, mas antes que essa pessoa já está de regresso. Saltamos, quase que ansiosamente, a parte da ida e mencionamos somente a vinda; assim numa espécie de saudades que manifestamos sem querer.

O mesmo não acontece quando mandamos alguém dar uma volta. A intenção seria que essa pessoa não voltasse mais. Mas, mais uma vez, as palavras possuem melhor carácter do que quem as profere - sugerem que quem nos incomoda, nos abandone temporariamente mas acabe por voltar. Para um pedido de desculpas, talvez?

Algumas vezes, as palavras conseguem ser melhores do que nós.



Inté*