domingo, 14 de agosto de 2016

Porque hoje é Domingo...

...e é preciso encher o coração de coisas bonitas.










Inté*

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Fim-de-semana graaande!

Fim-de-semana prolongado e a Estudante está de Urgência no Sábado.

Olhando para o calendário, e tendo em conta que as escalas de urgência são rotativas e que portanto, é possível prever os dias de serviço de urgência até ao final do ano, estive e vou estar a trabalhar em praticamente todos os fins de semana prolongados ou fins-de-semana com possibilidade de ponte.

É assim a viola.


Inté*

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O tema do momento

Não é difícil que, em situações de crise, a nossa tendência seja romantizar um pouco os acontecimentos. Porque é também em situações de catástrofe e de total caos que vemos como, apesar de todo o mal, as pessoas conseguem ter actos maravilhosos (quase inacreditáveis!) de altruísmo e solidariedade.

A calamidade dos incêndios que têm devastado o nosso país não é excepção. Em primeiro lugar, todos os Bombeiros são de uma dedicação sem medidas. Depois temos as populações que acarinham estes seus soldados da paz, com comida, com companhia, com trabalho no campo... e tantas outras histórias que haverá de bondade e que nós nunca viremos a conhecer. No fundo, no meio de toda a escuridão de que se reveste esta catástrofe, há ainda espaço para coisas bonitas.

Contudo, é importante que a situação seja encarada tal como é: uma calamidade, um crime. Antes de constituir uma situação de actos de união, força e coragem, é uma catástrofe. Não podemos perder o foco. Muitos dos fogos (eu julgo que praticamente todos...) têm mão criminosa e podem ser prevenidos com a instituição de certas medidas. Os fogos não são acontecimentos inevitáveis; não são aquele "acontecimento de Verão" já "normal", em que uns destroem e outros constroem. Não são momentos bonitos em que grupos de pessoas dão a vida pela floresta e pelos outros. Portanto, embora encaremos estes acontecimentos com uma certa comoção, temos de encará-los também com a determinação, a indignação (e raiva, talvez!) de quem se revolta contra a ausência de medidas preventivas concretas!

Sou de opinião que os incêndios são uma fonte de lucro bastante significativa. De que forma? Não sei exactamente. Quem lucra? Não faço a mínima ideia. Mas um cenário que se repete anos a fio, completamente expectável, sem que ninguém tome quaisquer providências é porque dá dinheiro a alguém, não há outra justificação para isto.

Fogos por causa do calor, do Sol... a sério? Se assim fosse, metade do Mundo estaria a arder! Olhem, como se diz cá no Norte, não me fo***!


Inté*

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

À minha Margarida

Sabes uma coisa?

Tu até podes achar que é por acaso que o teu nome começa no Mar, mas não é. 
Ou que todo ele é Natureza só porque sim.
Agora lembra-te de tudo o que conseguiste na tua vida e pensa bem em todas as coisas bonitas que conquistaste.

Não sei se foi o teu nome que te tornou naquilo que és ou se és tu quem faz jus ao teu nome... Mas não é por acaso que o teu nome começa no Mar.



Inté*

As normas

O aeroporto do Porto ou de Lisboa é um aeroporto como outro aeroporto qualquer - os aeroportos onde estive, mesmo lá fora, a bem dizer, são bastante semelhantes, tirando um ou outro aspecto. Cumprido o check-in e a passagem pela segurança, somos imediatamente lançados num espaço comercial, repleto de ofertas, promoções, oportunidades únicas (!). Existem, inclusivamente, aeroportos em que não é possível dirigirmo-nos para as portas de embarque sem passarmos primeiro pela superfície comercial. E isto parece-me errado.

Ora, foi numa dessas vezes em que eu aguardava um voo que pensei na mediocridade de tudo isto. Reparem como todo o nosso modo de vida gira em torno do consumo. Os aeroportos são verdadeiros centros comerciais. Seria a única alternativa?... Certamente não, mas é de certo, a mais lucrativa em termos económicos. Reparem como visitar um shopping durante o fim-de-semana é o programa de tantos nós; como damos um pulinho a uma loja para "passarmos o tempo". Analisando mais atentamente estes nossos hábitos, chega a parecer ridículo que vivamos assim... não acham? Vivemos para ter. 

Já imaginaram como as nossas vidas seriam diferentes se não vivêssemos num Mundo tão capitalista e consumista? Atenção que eu não estou a dizer que é um sistema errado ou certo; estou apenas a questionar-me. Para nós é "normal" vivermos assim porque nunca vivemos noutro sistema. Mas imaginem como seria viver numa sociedade educada para outro tipo de valores e ambições. Talvez deixássemos de querer aquele emprego para conseguirmos aquele carro e aquela casa; talvez não tivéssemos de ir viver para longe da nossa família; talvez isso nos poupasse muita ansiedade e stress. Talvez.

Parece-me de uma pequenez tremenda o facto de qualquer espaço vazio ter como primeira opção uma loja. E parece-me incorrecto que num aeroporto, voltando um pouco atrás, me obriguem a entrar num espaço comercial. Este tipo de iniciativa/sistemas (nem sei como lhes chamar) não será um atentado à nossa liberdade? Porque eu quero apanhar um voo, não quero ir às compras... então por que raio sou cuspida no meio de um corredor cheio de perfumes e chocolates e souvenirs? Não compreendo. E mais; acho que o facto de, de alguma forma, contribuirmos para a perpetuação deste modo de vida, nos diminui. Porque nós somos muito mais do que seres consumistas; temos tantas capacidades, tantos talentos... porque é que acabámos num sistema que fomenta sobretudo o interesse no dinheiro?!



Inté*

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Não é verdade...

Não é verdade que as pessoas se apaixonam pelas pessoas boas e inteligentes, pelas pessoas interessantes, pelas pessoas com sonhos, pelas pessoas alegres, pelas pessoas exemplares. 
As pessoas apaixonam-se... porque sim. Pensem: quantos dos vossos amigos, daqueles mesmo espectaculares, divertidos, impecáveis, são solteiros? Se o amor obedecesse a regras, as boas pessoas seriam as primeiras a encontrar o amor... e isso acontece assim com tanta frequência?
Por outro lado, o amor não acontece só às pessoas bonitas, magras e bem vestidas. Não acontece só aos modelos, aos príncipes e às princesas.

Ele vai acontecendo, aqui e ali, sem pré-aviso, quando lhe apetece.


Inté*

Alegrar a cozinha

Vou partilhar convosco alguns pequenos pormenores (não que eu seja uma grande cozinheira...) que, pelo menos a mim, me alegram um bocadinho o paladar:

- pôr tomilho no creme de legumes;
- usar cominhos em pó na sopa de feijão;
- comer os ovos cozidos com uma pitada de pimenta e mostarda;
- canela... em quase tudo! No leite, na aveia do pequeno-almoço, nos iogurtes...;
- pôr gengibre no chá.

E vocês? Têm algum truque para deixar a comida mais apetitosa? 


Inté*