... deste post:
Como já devem reparar, eu sobrevivi ao querido mês de Agosto! Yeaahhh!
E só faltam (mais coisa, menos coisa) 4 meses para eu ir, finalmente!, para o meu Serviço. Antes, porém, antevê-se uma mudança de casa algures pelo caminho e, a bem dizer, acho que ainda estou um bocado traumatizada com os caixotes da primeira...
Mas não há-se ser nada, não é verdade? Afinal, eu sobrevivi ao mês de Agosto, caramba!
Inté*
domingo, 4 de setembro de 2016
sábado, 3 de setembro de 2016
As memórias pequenas
Não é raro, e provavelmente também acontece convosco, eu fixar na minha memória pormenores muito pequenos do dia-a-dia e acabar por esquecer aspectos que, aparentemente, seriam os mais lógicos de guardar algures nuns neurónios gaveta.
Quando era pequena, o Avô comia pão às refeições. Agora já não come, porque parece que a doçura que insiste tanto em esconder na sua aparência de homem não sentimental, se lhe transferiu para o sangue e acabou por ficar com diabetes. Mas o Avô não comia um pão qualquer; o Avô comia um pão de centeio, que naquela altura me parecia enorme, e que cortava com a ajuda da sua navalha, num corte seguro e imensamente preciso, originando grande fatias semilunares de pão. Para mim, observá-lo neste pequeno gesto, era quase uma cerimónia. Ele nunca deu conta, penso eu, de como eu gostava assistir ao seu ritual. O Avô tinha um pão especial que cortava com a sua navalha - e também a navalha era um objecto que me merecia imenso respeito porque o Avô andava sempre com ela num dos bolsos das calças.
À hora do lanche, o Avô voltava a comer o seu pão centeio, desta vez com uma ou duas fatias de queijo; queijo de verdade, daqueles feitos de forma artesanal, feios, tortos e mal cheirosos que ainda hoje fazem as nossas delícias. E lá vinha a navalha, o corte perfeito no pão grande e cinzento, que era, não o pão centeio (sabia lá eu o nome dos cereais), mas antes o "pão do Avô".
Hoje, o Avô já não come este pão... mas a navalha, essa, está sempre lá.
Inté*
domingo, 28 de agosto de 2016
Spoooorting!
O meu Sporting está em primeiro lugar! Yeaaah! De resto é bastante frequente que o Sporting esteja em primeiro lugar nas primeiras jornadas... e depois eehh, pronto.
Alguém que explique àquela malta que também é importante chegar ao final do Campeonato em primeiro lugar. Convém, compreendem? Começar em primeiro é muito fixe e tal mas só leva a taça quem chegar ao final em primeiro!
Vamos lá, interiorizem isto, sim? Se faz favor. Já ninguém aguenta outros 18.
Inté*
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Cá por coisas...
Vocês acharam o meu último post agressivo, não foi?
Mas em minha defesa tenho a dizer que, esta semana, um dos temas debatidos num desses estupendos programas da manhã da televisão portuguesa foi baseado na pergunta "porque é que os homens coçam os testículos?"
Pois é. Chegámos a este ponto, meus amigos. Não existem, certamente, assuntos mais interessantes do que tentar compreender porque é que há homens que são... vamos lá, um bocado para o porcalhão. E terem utilizado o termo testículos já não foi nada mau! Espantou-me o facto de não terem aderido a analogias leguminosas.
Olhem, mudando de assunto: amanhã, pela hora de almoço, chegam a Manhê e o Beau-père. A ementa prevista é um patê de ovos para a entrada, sopinha de couve coração de boi e tomilho, caldeirada de raia e pudim de caramelo. Parece-vos bem?
Inté*
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
E agora, baixando o nível, mas só um bocadinho
Caros produtos de "abertura fácil":
Só para vos dizer que há pessoas mais fáceis de abrir.
Inté*
Só para vos dizer que há pessoas mais fáceis de abrir.
Inté*
Forreta!... e outras coisas.
Eu sou uma mão de vaca (acho que já vos disse, não já?).
Das piores coisas que me podem acontecer, é comprar um produto e ver que, dois dias depois, entrou em promoção e ficou a metade do preço. É chato.
E hoje de manhã, enquanto tomava o pequeno-almoço (papinhas de aveia, quando na verdade o que me apetecia mesmo era uma bruta tosta mista...), dei conta de que se tivesse comprado hoje o que comprei há três dias, poupava metade do dinheiro. Bahhh...
Estou a olhar lá para fora e está com cara de quem vai chover. E eu deixei o meu chapéu no hospital.
Ah, esperem! E hoje acordei às 6h da matina, uma hora e meia antes do despertador tocar. C'a mania que é padeira.
Ah, esperem! E hoje acordei às 6h da matina, uma hora e meia antes do despertador tocar. C'a mania que é padeira.
Isto está bonito.
Inté*
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Vamos falar de coisas boas?
No próximo fim-de-semana vou receber a visita da Manhê e do Beau-père; vão ficar uma semaninha cá em casa. A Manhê é daquelas pessoas que torna tudo mais bonito - é assim uma espécie de toque de Midas.
Quando esteve cá em Julho, parecia que a cidade tinha ficado cheia de luz. Para ela tudo é bonito, tudo vale a pena; fala com toda a gente, descobre mercearias que eu nunca tinha visto em seis meses, fica a saber o nome do peixeiro, da senhora da papelaria, do merceeiro... enfim. A Manhê tem uma energia que contagia.
Sabem quando nos desenhos animados aparece uma fada que com um toque da varinha de condão faz aparecer uma cortina de cores que vai cobrindo o cenário? Assim com uns pozinhos brilhantes que vão caindo sobre a paisagem? É a Manhê.
Inté*
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