segunda-feira, 11 de julho de 2016

Pois é...

Os franceses tinham-se esquecido como acabava a história do Patinho Feio.

Mas nós já os lembrámos!



Inté*

sábado, 2 de julho de 2016

Curta palavragem V

Tenho cada vez mais a certeza de que para uma casa ser um lar, tem de ter flores, um animal, um bolo no forno e uma Mãe.


Inté*

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Competências

Ser adulto é conseguir lavar os doentes sem deixar que a espuma nos escorra pelo braço abaixo até ao cotovelo e pingue, desgraçadamente, sobre a nossa roupa. 

Aí está uma competência que eu ainda não adquiri. 
E mais: às vezes, quando me dou conta de que a espuminha começa a descer por ali abaixo, silenciosa e matreira, engendro toda uma dança para tentar controlar o percurso da dita. Torce daqui, levanta o braço d'além... ângulos de flexão estrategicamente calculados... E péssimos resultados, digo-vos já; se não pinga na camisa, pinga no chão... AAAAAIIIII!

É; um diploma não é tudo na vida.


Inté*

terça-feira, 28 de junho de 2016

As passadeiras

Saí depois de almoço para comprar o bilhete que me há-de levar de volta a casa durante uns diazinhos. A meio do percurso, duas ou três passadeiras obrigam-me a parar por uns segundos antes de atravessar a rua. E é quando paro durante esses breves instantes, que os meus olhos pousam descontraídos nas flores dos canteiros que salpicam aqui e ali. São um alívio no meio de tanto alcatrão... Tão coloridas e cuidadas! 

Abençoadas passadeiras que me fazem parar um bocadinho e fazer girar a cabeça de um lado ao outro para ver mais do que apenas a estrada. "Pare, escute e olhe", são as indicações que geralmente acompanham as passadeiras, e eu fico a pensar se este "pare, escute e olhe", para além de nos poder salvar de uma morte física, não nos poderá salvar também de outro tipo de morte, ao nos convidar a parar por um momento, a olhar e escutar à nossa volta. 

Talvez as passadeiras sejam pequenos pontos de pausa neste mundo caótico; uma oportunidade de olhar à nossa volta antes de seguirmos em frente.



Inté*

domingo, 19 de junho de 2016

Ups...

Retiro tudo o que disse no post anterior.

É Quarta-feira. Na Quarta-feira é que vai ser a sério!


Inté*

sábado, 18 de junho de 2016

E o Jogo de Hoje?

Minha gente, não se preocupem porque hoje Portugal vai ganhar.

E como é que eu sei isto? Por uma razão muito simples; vou estar a trabalhar e não vou poder ver o jogo. Portanto, o jogo vai ser espectacular e nós vamos ganhar.

Na próxima 4ª-feira, como vou poder assistir ao jogo, já não vos posso prometer nada.

Mas hoje ganhamos, tenho a certeza.



Inté*

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Os clichés... esses grandes sacanas

Eu detesto clichés. Detesto lugares comuns, frases feitas, ideias que alguém quer à força colocar na nossa cabeça, porque são "coisas bonitas", porque "era assim que devia ser"... eu detesto clichés.

Eu não quis ser médica desde que nasci. Esse é o meu grande anti-cliché. Eu tive bonequinhos com estetoscópios e termómetros com que brincava muito alegremente. Mas eu só quis ser médica a partir dos 12-13 anos. Até lá, eu queria ser veterinária. Sim, eu sei, os veterinários também são médicos e com 12-13 anos é-se, para a maioria das mães, um bebé. 

Aquilo que eu quero dizer, é que o meu amor pela Medicina e este meu percurso de vida talvez não se revista de todo aquele romantismo que vemos nas novelas, em que o Médico sempre quis ser Médico e conseguiu salvar o irmão de um engasgamento quanto tinha apenas 4 anos de idade... talvez a minha vida até desse uma novela, mas não deste teor. E ainda assim, eu vejo a Medicina como a profissão mais bonita do Mundo.

Por outro lado, existem clichés, que a meu ver não deveriam ser encarados como tal, uma vez que temos tendência a subvalorizá-los quando pensamos neles dessa forma. Nesse sentido, tenho pena, por exemplo, que muitos dos princípios básicos e valores que deveriam prevalecer numa sociedade de bem, sejam encarados como não mais do que frases bonitas de boca de Miss Universo.

Conceitos como a bondade, a verdade, a justiça são quase ridicularizados!... quase como se se tratassem de coisinhas secundárias, pormenores e picuices que só existem nos catecismos.

Um brinde aos bons clichés!


Inté*