domingo, 7 de agosto de 2016

Confesso...


... eu e os Domingos nunca tivémos uma relação fácil.


Inté*

sábado, 6 de agosto de 2016

Vocabulário

Estive a ler alguns dos meus rascunhos aqui do blogue. Alguns são textos inacabados simplesmente porque, ao escrever, sinto que não estou a conseguir passar a minha mensagem. E assim, ali ficam os textos a meio, veículos insuficientes entre o pensamento e a boca. Não vale a pena verem a luz do dia se ficam aquém do objectivo. 

Pensando bem, não sei se teremos vocabulário suficiente para tudo aquilo que queremos expressar... provavelmente, dado o facto de ter sido o Homem a criar as suas palavras, não deve ter atingido o grau de complexidade suficiente. As palavras às vezes, parecem tão pequeninas, tão insignificantes quando comparadas com aquilo que sentimos, que vemos, que ouvimos... é tão frustrante!

E quando assim é, quando as palavras são claramente insuficientes, quanto mais não vale o silêncio! Será que são os nossos gestos que preenchem estas lacunas?...



Inté*

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Quando as coisas são bem feitas




Fotografia tirada pela mana de um banco de jardim em Edimburgo. Muitos deles têm estas plaquinhas de metal com dedicatórias. Esta era das mais bonitas.


Inté*

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Surpresas

Provavelmente, existirão poucas coisas capazes de nos preencherem tanto como uma viagem. Viajar, ouvir línguas diferentes, ver pessoas diferentes, descobrir novos hábitos, descobrir diferenças em pequenos pormenores... é tão refrescante e libertador!

É certo que hoje em dia, com o acesso que temos às tecnologias, que nos permitem visitar um lugar mesmo antes de o podermos fazer presencialmente, o factor surpresa acaba por ser sempre um pouco atenuado. 

Acho que, apesar de todas as vantagens deste nosso Mundo tão informatizado, uma das possíveis desvantagens é que quase nada nos é desconhecido: já ouvimos falar, já vimos na televisão, já vimos fotografias... claro que ver através de um ecrã de computador ou de uma televisão nunca é a mesma coisa do que fazê-lo presencialmente. Mas um dia, eu gostava de experimentar uma surpresa verdadeira, daquelas que provavelmente as pessoas tinham há um século atrás quando, por exemplo, deixavam o interior do país para visitar o litoral; quão extraordinário seria ver o mar pela primeira vez! Esta é uma sensação que nós, provavelmente nunca teremos, pelo menos não na magnitude em que os nossos antepassados a vivenciaram.

Invejo-os por isso... eu queria ter aquela sensação de surpresa que nos rouba um batimento cardíaco ou dois.



Inté*

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Pois é...

Os franceses tinham-se esquecido como acabava a história do Patinho Feio.

Mas nós já os lembrámos!



Inté*

sábado, 2 de julho de 2016

Curta palavragem V

Tenho cada vez mais a certeza de que para uma casa ser um lar, tem de ter flores, um animal, um bolo no forno e uma Mãe.


Inté*

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Competências

Ser adulto é conseguir lavar os doentes sem deixar que a espuma nos escorra pelo braço abaixo até ao cotovelo e pingue, desgraçadamente, sobre a nossa roupa. 

Aí está uma competência que eu ainda não adquiri. 
E mais: às vezes, quando me dou conta de que a espuminha começa a descer por ali abaixo, silenciosa e matreira, engendro toda uma dança para tentar controlar o percurso da dita. Torce daqui, levanta o braço d'além... ângulos de flexão estrategicamente calculados... E péssimos resultados, digo-vos já; se não pinga na camisa, pinga no chão... AAAAAIIIII!

É; um diploma não é tudo na vida.


Inté*