Todos nós somos importantes, está bem? A importância não tem nada a ver com o dinheiro ou com o poder. Muitos vezes e até inconscientemente, nos vemos num patamar inferior ao de outras pessoas porque pensamos (ou somos levados a pensar) que há dois grupos de pessoas: os importantes e os normais ou não importantes. Ora, acontece que todos nós somos importantes; não é só o senhor Juiz, o senhor Doutor ou o senhor Presidente que são alguém com importância. Cada um de nós é importante para alguém. Porque é que o facto de eu ser importante para a minha família vale menos do que a importância que tem um Juiz? Qual é a régua, ou o critério em que nos baseamos para discriminar o grau de importância?... E se achamos que não somos importantes para ninguém, existem muitas formas simples de passarmos a sê-lo: ajudando, intervindo... só não é importante quem não quer.
Portanto, quando alguém nos fizer sentir inferiores ou quando essa inferiorização partir de nós próprios, é só emitir o alerta: ei! Espera aí, eu sou importante! Por mais que as coisas possam correr mal ou não correrem conforme o planeado; por mais que certas pessoas queiram colocar-se acima de nós, esta é uma ideia que devemos ter bem assente. E sermos conscientes do nosso valor não é falta de humildade nem é pecado. Na verdade, tenho a certeza de que a falsa modéstia é quase tão má quanto o ego desmedido. Sejamos assertivos, não é verdade? E cientes daquilo que somos e do que podemos fazer. Só assim temos capacidade para fazer uso dos nossos dons e capacidades.
Inté*
Inté*
