terça-feira, 11 de outubro de 2011

Devaneios infantis

Quando era pequenina, achava que partir um braço ou um pé significava invariavelmente que esse braço ou pé iria dissociar-se do corpo, o que na verdade é o significado de "cortar" e não de partir. Na verdade, já ouvi muitas outras mini-pessoas a dizerem o mesmo... qual será a causa destes raciocínios standard? Será que a raça humana é assim tão previsível?...


Inté*

10 comentários:

Carla disse...

Eu nunca pensei em tal coisa.ahah

É mesmo um abuso.:(

Gasper disse...

Acho que é de misturar o termo "partir" com desenhos animados. Eu lembro-me de também pensar assim em miúda. Que tontas haha

Estudante disse...

Carla: eras muito à frente x)

Gasper: pois, é capaz de ser isso :P

Susi disse...

Depois em pequenita pensaste: Vou ser médica quando for grande para ajudar as pessoas que ficaram sem pernas nem braços porque os partiram ahah :p

Xs disse...

ui....
O melhor mesmo é falares com um psicólogo infantil!
Isso requer um raciocínio muito à frente!
Mas eu nunca tinha ouvido tal coisa!

Patife disse...

Quando me partem o espírito ou me quebram o humor, te garanto que se dissociam do meu corpo. ;)

Estudante disse...

Susi: ahaha :P sabes que eu até gostava de ortopedia, mas acho que deve ser muito duro!...

Xs: a sério? Eu por acaso já dei conta que alguns pequenotes pensavam assim :P mas sim, talvez seja melhor ir ao psícólogo!...

Patife: bem... essa foi profunda! :P

Mary Jane disse...

Hmmm, um psicólogo foi chamado? Trata-se do pensamento concreto. Vemos as coisas como elas são e ponte final. Se partimos o pé, não é esperado que se veja um pé intacto: quando partimos uma jarra ela desfaz-se. Porque raio se diz pé partido se ele está inteiro? Assim é o raciocínio de uma criança.

Estudante disse...

Mary Jane: olha, vês... gostei da tua perspectiva :)

Paula disse...

A perspectiva da Mary Jane está correcta!...

(como se escreve "perspectiva" com o novo acordo ortográfico, hum?)