quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Coisas que acontecem durante as urgências

O Pedro Dias entrega-se às autoridades;

O Trump ganha as eleições (Deus nos guarde!)...


Uma pessoa chega a casa no final do turno e o Mundo está tão diferente!




Inté*

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Janelinhas Anatómicas

Está tudo muito bem feito, é verdade. Estudar Anatomia, Fisiologia e todas as palavras terminadas em "ia" que nos ajudam a perceber como funciona o corpo humano, pode ser cansativo mas é, acima de tudo, um privilégio. Eu sou uma admiradora incondicional do funcionamento do nosso corpo e olho-o  com a mesma admiração e deslumbre com que olho para O Beijo, de Gustav Klimt.  

Só acho que (e perdoem-me a ousadia) ali, entre a quarta e quinta costelas da esquerda, poderia existir uma janelinha, de fácil acesso, na eventualidade de qualquer necessidade. Para que, quando alguém chegasse cabisbaixo, nós pudéssemos abrir essa janelinha, escolher um pouco de alegria, segurá-la nas palmas das mãos e soprá-la sobre quem está mais triste. Ou então, deixar outros espreitar cá para dentro, para perceberem como nós os guardamos num sítio tão bonito do nosso coração; para lhes mostrarmos como os vemos, para lhes fazermos ver com os nossos olhos. Há pessoas tão bonitas! Quem me dera que elas se conseguissem ver como eu as vejo!


Na falta de palavras, podíamos ter essa janelinha...


Inté* 

Notificação aos mais distraídos

Temos exactamente dois meses para cumprirmos todas aquelas boas resoluções de Ano Novo que nos propusemos em Dezembro de 2015 (e quiçá algumas de 2014, 2013...).

Portanto, dois meses para perdermos peso, deixarmos de fumar, praticarmos mais exercício, estudarmos mais, sermos mais pacientes... antevêem-se dois meses altamente produtivos.

Força nisso!



Inté*


sábado, 29 de outubro de 2016

Quem é amiga, quem é?

Um conselho, meus estimados leitores:


Quando o Mundo lá fora se vos apresentar demasiado egoísta, frio e mau, venham à Internet. Aqui, toda a gente é boa, extraordinária, regida pelos princípios mais nobres da moral e dos bons costumes. Oh!, como seria bom que as pessoas que habitam o Mundo virtual também pudessem ter papel activo no Mundo real!


Ah, espera...



Inté*

Simbioses improváveis... mas que deveriam existir

Dias de Sol com o som da chuva a cair;
Casacos que tivessem o abraço da Mãe;
Perfumes com cheiro a Mar;
Ambientadores com aroma de bolos de chocolate acabados de cozer;
Buzinas que soassem como os passarinhos.


Inté*

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Isto anda a ficar redundante...

Quando era pequena, Manhê comprava cassetes VHS com os filmes da Disney. Eu fui criada assim, nesse mundo de contos de fadas e com uma Mãe que conseguia verdadeiras magias, como fazer a dor ir embora apenas com um beijinho. Não tinha, portanto, motivos para desconfiar da veracidade das fadas madrinhas e de outros que tais.

Por mais que assistisse a esses filmes, vezes e vezes sem conta, acreditava sempre que as partes más iam ser diferentes (por exemplo, que o Mufasa não cairia no desfiladeiro ou que o pai do Bambi afinal, não tivesse sido morto). Agora, pensando nisso, sorrio perante tamanha ingenuidade. Eu tenho saudades desse tempo. Sinceramente. Quando somos pequenos, tudo é possível. E a capacidade que temos para vermos oportunidades em tudo é extraordinária! Qualquer sala de espera, qualquer consultório, qualquer restaurante, por mais exíguo que seja, por mais despojado que seja de materiais e utensílios, rapidamente se transforma numa selva cheia de índios, num deserto com cavalos e cowboys. Não há nada que desmobilize e desmotive os bandos de pardais da brincadeira, das histórias, das aventuras. E mais: quando somos pequenos, todos são potenciais amigos (facto que, na idade adulta, é completamente tido do avesso).

Verdadeiramente, eu admiro os mais pequenos. São realmente seres especiais, com uma mente tão diferente, tão... mágica! Por isso, às vezes, lamento ter crescido. Lamento fazer parte deste grupo dos adultos que, não raramente, são um resquício apagado da criança que foram. Ficamos chatos, sem cor, medrosos... bah. Uma seca. Eu lembro-me de ser Estudantinha. Eu não sinto que, de repente, parte de mim se tenha perdido pelo caminho do meu crescimento. Há um laço entre o que eu fui e o que sou. Logo, ela tem que estar aqui algures, essa luzinha que é só o melhor eu que eu já fui.



Inté*

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Aceitam-se apostas!

Que som é aquele que se ouve quando desligamos o Skype?



Inté*

[EDIT a 27/10]: eu acho que é um bocejo e fico ofendida. Porque me parece daqueles bocejos que soltamos quando estamos aborrecidos de morte. Como se a conversa tivesse sido o expoente máximo do tédio, apenas tolerada por cortesia... bem, seja lá o que for, o que é que isto interessa para o Mundo, não é verdade?