quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Filosofias familiares

E eu a pensar que vocês iam chamar-me a atenção para o facto de ter posto mais olhos no cigano do que no burro (ver post anterior) e que era racista porque para mim o cigano merecia mais cautela do que o burro... mas ninguém caiu nesses preciosismos. E ainda bem, porque se existe pessoa não racista, essa pessoa sou eu.
 
Bom, hoje, para além de ser o aniversário do Terramoto de 1755 e de ser o dia do Bolinho ou dos Santos, cá em casa é dia de pão de azeite com geleia ou marmelada. E castanhinhas assadas ao jantar na lareira do avô Manuel e da avó Arminda, claro.
 
Estávamos à mesa durante a hora de almoço quando:
 
Avó - Então, este dia dos Santos?
Manhê - Oh... é um dia como outro qualquer, não é?
Avó - É aquilo que nós fizermos dele!
...
 
Estudante: isso é o que são todos os dias!
 
 
Era só para vos dar a noção das conversas filosóficas que temos entre família. Uma colherada, uma reflexão profunda, uma garfada, um paradigma contestado e por aí fora...
 
 


Inté*

11 comentários:

Andreia Sofia disse...

ahahah o importante é estar em familia.

Sufocada disse...

Ora mas acaba por ser um excelente conclusão :)

Estudante disse...

Andreia Sofia: :P é sim!

Sufocada: x)

Kim III disse...

Muita sabedoria nessa mesa... :p

Daniela Castro disse...

Até me fizes-te rir ! Mas é tão engraçada estas abordagens e nós a rir interiormente e a pensar "WTF?"

Beijinho`*

Estudante disse...

Kim III: x) nem queiras saber!

Daniela Castro: ahaha :P é verdade!

R. Vieira disse...

Muitíssimo interessante!
Muito sábio teu avô. Tem sentido de poeta! ;)

Adorei chegar aqui! ;)

anokas disse...

E assim é que se passa um belo serão em família!

Will, Salvador Will disse...

Em casa dos meus avós não é um dia qualquer, é um dia muito especial e religioso e que eles dão muita importancia :)

Corina de Oliveira disse...

muita verdade :)

Estudante disse...

R. Vieira: :) volta sempre!

anokas: é mesmo ;)

Will, Salvador Will: pois, aqui também é levado muito a sério :P nós, os mais jovens é que já não lhe damos tanta importância...

Corina de Oliveira: :)