quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Benzelhona, ficção e um pequeno apontamento sobre a TVI

Nota: esqueci-me de dizer que não cheguei a ir à benzelhona mas vocês são uns queridos. Eu digo que vou à benzelhona e vêm logo estas alminhas caridosas avisar-me para não ir, para encontrar outras estratégias porque as bruxas são perigosas. Gosto mesmo de vocês! Não acreditaram que eu me ia enfiar na gruta de uma bruxa, pois não?
 
 
 
Já sabemos que entre a ficção e a realidade existe uma grande distância. E esta distância é ainda mais acentuada se estivermos a falar das novelas da TVI, mas adiante.

A tendência simplista com que nos filmes se criam os bons e os maus é, na minha humilde opinião, uma espécie de publicidade enganosa. Ninguém é completamente bom ou completamente mau. Se alguém nos criou, esse alguém não era adepto de minimalismos, porque fez questão nos complicar bastante e trabalhar-nos como uma mescla de carácteres. Seria muito mais fácil se fôssemos apenas ou bons ou maus, assim, uma matéria pura que não permite misturas. A nossa árdua tarefa só consistiria em escolher de que lado ficar e pronto!, estava feito.

Mas não. Durante a vida, enquanto esbarramos uns nos outros, vamos descobrindo que não há os bonzinhos ou os mauzinhos da fita. Todos temos um pouco de cada um e os desafios que nos vão surgindo, possibilitam a expressão de um ou de outro... a questão é saber qual o lado que queremos mostrar.
 
 
 
 
 
Inté* 

Uma obra de arte...

... a adquirir brevemente!
 
 
 
 
O Cristiano anda triste, coitadinho!
 
 
 
 
Inté*

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Mau, mau maria!

Ando muito introspectiva e não sei se é bom sinal.
 
Vou a uma benzelhona a ver se isto passa...






Inté*

Beau-père

Não gosto da palavra padrasto. A meu ver, tem uma sonoridade fria e quase que cuspimos para pronunciá-la... "padrasto". Não consigo associar ninguém bom e alegre a esta palavra. Na verdade, parece que carrega com ela um significado desagradável, de alguém rígido, mau, que vem ocupar o lugar de outra pessoa para instituir ordem e disciplina.
 
Lá nisso, os franceses tiveram muito melhor gosto que nós: beau-père. É uma ternura! Provavelmente, haverá casos em que "padrasto" seja mais adequado do que "beau-père"... nem toda a gente tem sorte com a escolha da mãe... mas no meu caso, beau-père adequa-se perfeitamente. É uma pena que sempre que fale do meu beau-père, tenha de me referir a ele com o seu nome próprio só porque não gosto do estatuto que a nossa Língua lhe deu. Mas se calhar agora vou começar a utilizar a expressão francesa... é, parece-me boa ideia.
 
 
 
 
 
Inté*

domingo, 2 de setembro de 2012

Não tem título porque não vem ao caso

 
 
 

Vejam só o meu homem de sonho!
 
 
É mentira, não é nada. Odeio machões e machos latinos. E odeio plantações de bambu debaixo das axilas. Eu bem sei o que é ir no metro em hora de ponta, em pleno Verão com o nariz esborrachado em sovaco alheio, para depois chegar cá fora e cuspir bolas de pêlo, qual gato siamês...
 
 
 
 
Inté*

sábado, 1 de setembro de 2012

Quando eu for grande...

Às vezes, dou por mim a conversar com Manhê e a dizer: "Quando for grande, vou...". Manhê arregala os olhos e faz um sorrisinho maroto de quem não compreende o que me vai na mioleira e então, dou conta de que "grande" já eu sou. Já nem adolescente me consideram; sou uma adulta!
 
Acho que o facto de ter um curso tão longo, não me deixa envelhecer. Enquanto estudamos, somos jovens e ponto. Daí que eu ache que a minha maturidade está a ser adiada pelo facto de eu ainda estudar, quando na realidade, existe muita gente da minha idade que já trabalha. Agonia-me pensar que com a minha idade a Avó já tinha uma filhota com 4 anos... eu com uma criança de 4 anos?!
 
Mas, por outro lado, quando penso na idade que terei quando for verdadeiramente independente, também me atormenta um bocado... ainda que isto passe extremamente rápido (muito mais rápido do que aquilo que eu gostaria), ainda faltam uns anitos!...
 
Ai vida.
 
 
 
 
 
Inté*

Nunca mais chega Agosto!...

E entra Setembro.
 
A temperatura já desceu um pouquinho, o Sol já conheceu dias mais brilhantes e aproxima-se a vindima. A entrada de Setembro para mim, acaba por ser um pouco como a entrada do Ano Novo. Planeamos estratégias, delineamos objectivos, enchemo-nos de bons propósitos para o novo ano lectivo que aí vem. Escusado será dizer que metade de tudo isto fica pelo caminho. Em que é que a entrada num novo mês nos pode alterar? Sejamos realistas... em muito pouco ou nada.
 
Eu não gosto especialmente do Outono. Os dias começam a ficar mais pequeninos, as árvores começam a despir-se e a chuva já não há-de tardar muito. Acho que é uma estação melancólica e, de alguma maneira, o fim de Agosto anuncia a chegada inevitável desta época do ano.
 
É... não gosto de entrar em Setembro.
 
 
 
 
 
 
 
Inté*