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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Feriado, que bom ter-te de volta!

Já diz o povo "no meio é que está a virtude", e quando é o feriado que está mesmo ali no meio da semana então, é virtude e alegria. E hoje é feriado porque comemoramos a Implantação da República Portuguesa; qualquer dia, quando tivermos outro regime, este feriado é abolido mas não fiquem tristes! Porque, desaparecendo o 5 de Outubro, há-de aparecer outro a comemorar a implantação de outra coisa qualquer.

O curioso é pensarmos que o feriado do 5 de Outubro já esteve inactivo durante algum tempo e que só este ano foi recuperado. Não sei qual o critério para abolir feriados, mas a abolição do feriado que marca o fim da Monarquia Constitucional parece-me grave e portadora de uma mensagem subliminar que eu ainda não consegui decifrar...

Mas deixemo-nos de teorias da conspiração e aproveitemos bem a folga, não é verdade? (não vão eles lá de cima pensar que, não sendo aproveitado ao máximo, podem subtrair o feriado outra vez...).



Inté*

domingo, 11 de setembro de 2016

Muros

Um ano antes de eu nascer, foi derrubado o muro de Berlim.

Vinte e seis anos depois, parece que há uma certa melancolia, uma saudade de ver aqui o casebre mais compartimentado. Sabem que isto de não ter muros é chato por causa das correntes de ar. Então, parece que os muros voltam a estar na moda - a França e o Reino Unido preparam-se para a construção de um muro em Calais e o Donald Trump acha boa ideia fazer outro na fronteira com o México. Qual deles será o mais bonito?...

E falando em muros, quer-me parecer que esta malta anda toda é a bater com a cabeça nas paredes lá de casa. Mas, ainda assim, quanto ao muro na fronteira dos E.U.A. digo-vos que sou de opinião que os mexicanos deveriam concordar com a sua construção. Alto e largo, intransponível, de maneira a evitar visitas do Donald e as suas ideias... ou falta delas. 


Cá nada de misturas. 'Tão mas o que é isto?


Inté*

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O tema do momento

Não é difícil que, em situações de crise, a nossa tendência seja romantizar um pouco os acontecimentos. Porque é também em situações de catástrofe e de total caos que vemos como, apesar de todo o mal, as pessoas conseguem ter actos maravilhosos (quase inacreditáveis!) de altruísmo e solidariedade.

A calamidade dos incêndios que têm devastado o nosso país não é excepção. Em primeiro lugar, todos os Bombeiros são de uma dedicação sem medidas. Depois temos as populações que acarinham estes seus soldados da paz, com comida, com companhia, com trabalho no campo... e tantas outras histórias que haverá de bondade e que nós nunca viremos a conhecer. No fundo, no meio de toda a escuridão de que se reveste esta catástrofe, há ainda espaço para coisas bonitas.

Contudo, é importante que a situação seja encarada tal como é: uma calamidade, um crime. Antes de constituir uma situação de actos de união, força e coragem, é uma catástrofe. Não podemos perder o foco. Muitos dos fogos (eu julgo que praticamente todos...) têm mão criminosa e podem ser prevenidos com a instituição de certas medidas. Os fogos não são acontecimentos inevitáveis; não são aquele "acontecimento de Verão" já "normal", em que uns destroem e outros constroem. Não são momentos bonitos em que grupos de pessoas dão a vida pela floresta e pelos outros. Portanto, embora encaremos estes acontecimentos com uma certa comoção, temos de encará-los também com a determinação, a indignação (e raiva, talvez!) de quem se revolta contra a ausência de medidas preventivas concretas!

Sou de opinião que os incêndios são uma fonte de lucro bastante significativa. De que forma? Não sei exactamente. Quem lucra? Não faço a mínima ideia. Mas um cenário que se repete anos a fio, completamente expectável, sem que ninguém tome quaisquer providências é porque dá dinheiro a alguém, não há outra justificação para isto.

Fogos por causa do calor, do Sol... a sério? Se assim fosse, metade do Mundo estaria a arder! Olhem, como se diz cá no Norte, não me fo***!


Inté*

domingo, 15 de novembro de 2015

Têm razão!

Ficamos um tanto ou quanto revoltados quando nos acusam de vivermos acima das nossas possibilidades. E que a crise também se prende com o facto de vivermos acima das nossas possibilidades. E que temos de aprender a viver de acordo com as nossas possibilidades... Bah. 

Mas pensemos bem naquilo que é dito: "vivemos acima das nossas possibilidades"... meus amigos, é a mais pura das verdades. Se tivermos em conta que muitos portugueses já mal têm dinheiro para comer, é difícil não viver acima das nossas possibilidades; qualquer bem que adquiram é, simplesmente, viver acima das suas possibilidades, porque não têm poder de compra para praticamente nada...

Portanto, está correcto. Temos conseguido viver acima daquilo que seria esperado (e isso parece que chateia os economistas, não é?).



Inté*

sábado, 7 de novembro de 2015

Ricardo Salgado - como ser um bom ladrão ou a melhor anedota do ano

Vou ser breve. Mas vou ser breve porque o que me faria realmente feliz neste caso, não seria escrever, mas sim dar um valente tabefe no Ricardo Salgado e nos senhores que tomaram as decisões de perdoar metade da dívida deste indivíduo e triplicar-lhe a reforma - que era muito baixinha, coitado.

Caras pessoas honestas, o que eu vos aconselho é que deixem de o ser. Roubem. Mas roubem muito - qualquer valor com menos de 6 dígitos é meramente ilustrativo. Roubem aos milhões. E, se quiserem realmente brilhar, roubem sem o necessitarem. O mais provável é que alguém vos perdoe o acto e vos aumente o ordenado. A única condição, é que o façam em Portugal. Porque só em Portugal é que os ladrões, aqueles mesmo de verdade que desgraçam a vida de centenas/milhares de pessoas, são premiados.

Ser bom trabalhador e cumpridor da lei em Portugal, tem-se tornado um verdadeiro acto de rebeldia. A avaliar pela quantidade de corruptos que temos nos mais altos cargos, admira-me como ainda não nos tornámos num bando de delinquentes. 

Noventa mil euros de reforma, Salgadinho. Noventa mil euros de reforma porque foste um bom menino. Noventa mil euros de reforma porque não te chegam os 3 milhões que roubaste. Há velhinhos que não tomam a medicação que lhe é prescrita porque não têm dinheiro... mas se calhar é porque não sabem poupar, não é?

És um monstro. Tu e as pessoas que deixam que estas coisas aconteçam.



Inté* 

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Quanto mais me bates mais eu gosto de ti

Agora que temos novamente o Coelhinho como nosso Primeiro Ministro, umas quantas ideias assolam-me a mente.

# A coligação voltou a ganhar no dia mundial do animal. Se calhar foi isto que confundiu as pessoas.

# Somos assim tããão amnésicos? É verdade que hoje em dia o voto se tornou não no voto para o melhor, mas no voto para o menos mau... mas caramba, votarem na mesma merda? Chiça! Incompreensível.

# Como é que é possível que nas entrevistas de rua ninguém queira votar na coligação e, ainda assim, ela saia vitoriosa?? (Ainda que, neste ponto, eu dê o benefício da dúvida; quando temos pessoas que dizem ponderar votar no PaF, para dizerem logo de seguida que nunca votariam no PSD+CDS, não poderíamos esperar muita coisa...)

# Já sei que hoje vou passar o dia a ouvir as pessoas dizerem que não votaram no PaF. Típico. Nunca ninguém vota no partido/coligação que ganha... 

# Acho que nem o Pedrinho acredita que se mantém no poleiro. Certamente, estará a comentar com os seus botões: "Porra, mas depois de pôr estes gajos todos a chupar pelo caroço de uma azeitona, eles voltam a querer-me como Primeiro Ministro?!". Reforço positivo para o Coelhinho continuar no seu quase plano de extinção de portugueses bem nutridos (ou será um plano contra a obesidade e eu ainda não dei conta?...)

# Parece-me bem que continuemos com mais uns cortes nos salários, uns aumentozitos nos impostos. O povinho gosta é de ser açoitado. A dor e o sacrifício purificam e parece que dão votos também.

# E pensar que o Paulo Portas teve o apoio de tantos portugueses! Um homem que funciona como uma prostituta política, cúligando-se com quem lhe der jeito... Porra. 

# Não sei se me frustra mais pensar no desGoverno que temos, ou na população que temos que apoia este desGoverno...


Sinceramente, não consigo compreender. 




Inté*



domingo, 4 de outubro de 2015

Urnas - estranhas coincidências

Não deixa de ser curioso que depositemos o nosso voto numa urna. "Urna" também é o termo utilizado para designar o recipiente onde se guardam as cinzas dos mortos. Será apenas uma coincidência fonética? Depositarmos a nossa esperança, sob a forma de um voto, num objecto que carrega os mortos...

Reparem que até durante o próprio acto eleitoral, as pessoas se deslocam silenciosamente em fila em direcção a uma caixa negra, tal qual como numa procissão fúnebre. 

Se de facto a nossa esperança morre quando a deixamos ali naquelas caixinhas, que seja para mais tarde dar lugar a uma fénix.


Inté*

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Quem sai aos seus...

Não sou uma verdadeira adepta da política. Acho que hoje em dia, os políticos (se é que merecem ser assim chamados...) perderam o respeito por quem governam e pelos colegas de profissão (se é que podemos usar este termo, também). Reparem nos discursos e debates com que temos sido brindados! A linguagem e os trocadilhos baratos são piores do que aqueles que eu empregava no meu tempo de infantário. E se eu era terrível em troca de galhardetes!

"Toma, toma!" "Só se forem os teus amigos!" "La, la, la, la!"

E além disso, os senhores políticos mentem que se fartam. Nem no infantário eu mentia tanto, porque a Manhê ensinou-me que mentir era feio. 
Injustamente ou não, tudo se me afigura uma grande encenação em que, findas as luzes dos holofotes, cada personagem volta à sua toca, arrecadando para o próprio bolso aquilo que pode (e que, regra geral, é bastante).

Até certo ponto, estranho todo este teatro em que se tornou a nossa política, a falta de brio e de amor à causa. Mas depois, olho para a pessoa que tenho ao meu lado num qualquer banco de jardim ou sala de espera; pouso mais demoradamente os meus olhos nas suas atitudes e postura, e vejo como há pessoas que têm o Governo que merecem; vejo como o Governo que temos é um reflexo daquilo em que nos tornámos.


Inté*

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Negócios

Neste post, a mmm's propunha que, para além da TAP, vendêssemos também a Assembleia da República com todo o seu recheio.
 
Deixem-me só fazer uma pequena adenda: nós não vendemos a Assembleia da República, nós pagamos para levarem a Assembleia e tudo o que lhe diz respeito daqui para fora!
 
 
Inté*

sábado, 7 de março de 2015

Que menino feio!...


Ai, ai!...



Inté*

terça-feira, 22 de abril de 2014

Cristina Lagarta

"Reduzir salários e facilitar despedimentos criaria empregos mais rapidamente, diz a 11.ª avaliação ao programa português." - notícia aqui


O FMI quer que tenhamos salários mais flexíveis. Por mim tudo bem. De facto, os salários portugueses não possuem muita flexibilidade, já que no geral, raramente esticam até ao final do mês.

E agora em bom francês, só para ti Christine Lagarde: et si tê fossês foudêrr?


Inté*

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Quiçá outro dia...

Estava aqui a reflectir sobre o que haveria de escrever hoje... sobre o meu Sporting que já se deixou ficar para trás? Sobre o Relvas?

Humm... sobre o Relvas não. Não me apetece falar de como o retorno deste senhor à política activa representa um ponto de viragem da reutilização e reciclagem neste país. Sim, porque a reutilização de mentes de (cof cof) esterco requer uma grande visão sob o ponto de vista ambiental e uma enorme consciência de poupança de recursos... gente inteligente há pouca, há que reutilizar e aproveitar o maior número de bestas que se puder.

Mas não. Hoje não me apetece falar do Relvas. Quiçá outro dia...



Inté*

sábado, 14 de dezembro de 2013

Quem se queixa, paga!

O Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos veio hoje dizer que não descarta a possibilidade das queixas apresentadas na Ordem dos Médicos virem a ser alvo de pagamento por quem apresenta a queixa. Devo dizer que não concordo com a medida, a menos que recebam mais de mil queixas por dia, o que não me parece. Ou então que a grande maioria das reclamações apresentadas seja completamente descabida... Não me parece aliás, que o povo português seja um povo muito "queixoso". Ou melhor, temos mais a tendência para nos queixarmos no meio da rua ou para os vizinhos do que nos locais apropriados, assim é que é.

Entretanto, quando li os comentários de várias pessoas a esta notícia, entre os quais se sugeria "dar dois socos no médico" e deixar de "pagar as propinas aos senhores doutores" (como?!...), fiquei a perceber que há por aí muita gente cuja mentalidade arcaica e capacidade exímia de estender o descontentamento a tudo e todos, merece as medidas que se vão implementando, por mais estúpidas que sejam.

Notícia aqui.



Inté*

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

São cada vez mais as medidas que o Governo propõe para equilibrar as contas e tapar o buraco que a insensatez vem escavando já há tantos anos. Um buraco que se tem tentado disfarçar - em vão, com os sacrifícios dos mais pequenos, pedindo-lhes que dêem aquilo que já não têm. Será que os senhores doutores não sabem que não é com pedrinhas do rio que se nivela uma vala? E, apesar de todo o esforço a que somos sujeitos, não parece haver maneira de solucionar os problemas com que alguns foram enriquecendo em detrimento de um país que era de todos.

Medidas que têm sido propostas e a que somos submissos, como se em nós já não ardesse a chama de um país que descobriu meio Mundo, que tem o Sol e o Mar como fiéis companheiros de jornada. Mais do que nos privarem daquilo que vamos ganhando com o esforço do nosso trabalho, vão-nos roubando o nosso orgulho, os nossos sonhos. Vão nos roubando a memória daquilo que já fomos e a esperança daquilo que podemos ser. E fazem-nos acreditar que não somos mais do que um número na Segurança Social, obrigado a assentir tacitamente a tudo aquilo que lhe é dito e "pedido". 

E assim, assistimos como a cada dia que passa, nos vão submetendo a esta nova forma de escravatura, com rédeas que não podem ser cortadas porque na verdade são invisivelmente colocadas. Uma escravatura mais dissimulada, construída por detrás de falsas promessas de salvação da pátria.



Inté*


domingo, 29 de setembro de 2013

Eleições e relações amorosas - descubra as diferenças

Durante a campanha, até a rua mais recôndita merece a visita dos senhores candidatos. Aí vêm eles pela viela abaixo, acompanhados da sua lista que, na maioria das vezes, é constituída por pessoas que se voluntariaram para a foto do cartaz, mas que de política percebem tanto como eu. Um cortejo lindo de se ver! Só falta o andor para se tornar numa procissão, porque as promessas e os pregadores já lá estão.

Alguns também trazem bombos (e bobos...) e pulverizam de nuances circenses este grande fenómeno que é a campanha eleitoral. Com música ouve-se um pouco menos as possíveis mentiras que eventualmente possam escapar. De vez em quando, soam uns altifalantes com vozes sempre distantes, mas que por estes dias se forçam a uma maior proximidade com o povinho. E assim nos levam nas suas cantigas, tal qual uma noiva apaixonada se deixa enlaçar pelas ladainhas do seu mais que tudo. A conquista é esforçada, floreada quase etérea. Mas uma vez conquistada a donzela, que em termos políticos é o voto, acabam-se os bombos, as ruelas sem saída voltam a ostracizar-se e o vencedor espoja-se confortavelmente no sofá, com umas minis ao lado e por lá se deixa ficar. 

Desvanecem-se as promessas de um futuro a dois, de trabalho partilhado, de entre-ajuda; ficam os mesmos de sempre e os bobos. Esses, infelizmente, são sempre os que permanecem.



Inté*

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Ratings... pfff!

Parece que durante a minha ausência, as agências de rating de um dos países mais endividados do Mundo, ameaçou classificar-nos abaixo de lixo. Uma pessoa não pode ausentar-se uns diazinhos que estes tipos aproveitam logo para fazer das suas...
 
Agências de rating, da forma como estão constituídas até hoje, não valem nada. Diria mesmo que estão abaixo de lixo, só para me expressar na sua tão lisonjeadora linguagem. Um país é mais que uma dívida. É o conjunto das pessoas que o formam, a cultura, a história... Por isso sou a favor de que estes tipos de classificações deveriam ser, e perdoem-me a linguagem medicinal, mais holísticas, e classificar o país tendo em conta a capacidade que este poderá ter ou não para ultrapassar as eventuais dificuldades económicas que atravessa - ou seja, estimando o seu verdadeiro potencial. Que isto está mal já eu sei, obrigada. O que eu gostaria de saber é se temos capacidade ou não de ultrapassar as nossas dificuldades.
 
Uma análise que se baseia essencialmente em atribuir classificações tão lineares, tão castradoras, tão desumanas (lixo?? Mas quem são eles para nos apelidarem de lixo?...), que muitas vezes acabam por agravar ainda mais a cotação de um país a nível internacional, que utilidade podem ter?
 
Moody's e afins, vão para o raio que vos parta. Grécia é lixo, Portugal é lixo? Nações muito anteriores à vossa, cheias de história não são lixo e nunca o serão por mais que vossas excelências nos queiram fazer acreditar que sim.
 
 
Passem bem.
 
 
 
 
Inté*

terça-feira, 30 de julho de 2013

Questiono-me...

"Cem polícias "guardam" quatro políticos no Algarve" - aqui

É manifestamente pouco; como é que querem resguardar todos os portugueses apenas com 100 polícias?...


Inté*

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Exames Nacionais... só para variar um bocadinho

Fiquei incrédula quando hoje durante o almoço assisti às diversas notícias sobre a greve dos professores. Relativamente ao facto de concordar ou não com a escolha do dia da greve, só tenho a dizer que não concordo. Há quem concorde e há quem não concorde. Ponto. Mas parece-me ainda mais triste este jogo do empurra entre os funcionários públicos e o Governo. Um braço de ferro mesquinho e infantil de duas forças que querem manter a casmurrice. 

Os nossos governantes parecem querer aproveitar-se da situação para denegrir a imagem dos professores, sacudir assim a água suja do capote e livrar-se das asneiras que fizeram durante todo o ano no âmbito da educação. Sim, porque o Zé Povinho tem a memória curta e se for preciso já se põe do lado do Governo seja contra quem for. 

Sou de opinião que o Governo, como principal guardião dos direitos do cidadão deveria ter dado o braço a torcer alterando a data do exame, e assim mostrar que acima do orgulho e da teimosia, está o futuro dos nossos jovens. Mas, como não poderia deixar de ser, não o fez e confirmou as minhas baixas espectativas.



Inté*

domingo, 16 de junho de 2013

Parques aquáticos... para quê?

Ora, com a crise que para aí vai, está mais do que visto que este ano as diversões de Verão vão ser mais limitadas. Contudo, reparem como o próprio mal pode ser também a solução: quem eventualmente não tiver nenhum entretenimento nestas férias, sempre pode ir a algumas manifestações. Vejam como pode ser divertido:

- as pessoas fazem grandes caminhadas pela cidade enquanto protestam;
- confraternizam umas com as outras e desabafam as suas dificuldades;
- brincam ao "polícia e ladrão";
- entoam cânticos inspiradores;
- levam com umas balas de borracha...

Ainda não me constou que aqui em Portugal recorram aos canhões de água, mas lá chegaremos, certamente! Até porque quando o calor apertar, não podem deixar a malta ali assim a secar... garantam-me que em certo dia os manifestantes vão ser controlados com canhões de água e quem se manifesta sou eu... em bikini!


Quais parques aquáticos, quais quê... manifestações é que está a dar!



Inté*

quarta-feira, 12 de junho de 2013