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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Os dias que não contam

Psst! Cheguem-se aqui que eu vou contar-vos uma coisa, mas não podem espalhar por aí!!!
Todos sabemos que a recepção de presentes no Natal está dependente do nosso bom comportamento durante o ano. Contudo, reparem que depois do Natal e até ao Ano Novo existe uma semana que não conta para a estatística. 
Ora pensem comigo: o período de 26 a 31 de Dezembro é aquele período em que já recebemos as prendas de Natal e em que ainda estamos no ano anterior àquele em que vamos celebrar o próximo Natal. 
Assim, para todos os efeitos, esta semana não conta, daí que é o período do ano em que nos podemos portar mal sem consequências práticas. Estão a perceber?

Portanto, minha gente, aproveitem! Só têm mais dois dias!
E não digam nada às crianças.


Inté*

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Ainda venho a tempo?


Faltam dois diazinhos para 2016 nos dizer adeus e, ainda assim, eu gostava de vos agradecer os votos de Feliz Natal e dizer-vos que espero que tenham tido um Natal muito Feliz e quentinho, cheio de barulho, com muita gente, que é assim que se quer o Natal, verdade? Uma alegre confusão familiar!

Venho também dar-vos conta de uma catástrofe Natalícia que todos os anos nos acomete e que parece não ter solução à vista: as embalagens. As caixas de cartão onde nos chegam vários objectos (pequenos electrodomésticos, jogos, etc.), e atrevo-me até a considerar todo o tipo de pacotes em geral, são as únicas coisas que ainda me deixam algumas duvidas quanto a inexistência do Pai Natal e toda a sua trupe. Porque aquelas embalagens só podem ter sido feitas à base de magia de duende - nada do que  é retirado das caixas é passível de ser introduzido novamente, no seu estado inicial. NADA. É um plástico que tem de ir fora, um pedaço de esferovite que se retira, eu sei lá. Mas é impossível voltar a colocar numa caixa tudo aquilo que se de lá tirou!

Um mistério que, a meu ver, só pode ser explicado pela minúcia e jeitinho de um grupinho de seres habitantes da Lapónia...



Inté*

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Ai esta época!

Acho que me sinto enfartada desde o dia de Natal...



Inté*

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Os meus doentes são melhores do que os vossos la la la!

Quando lhe perguntei se sentia dores, disse-me que sim. E disse-me que também já o tinha dito, mas que ninguém acreditou nele.

"Olhe menina, há duas coisas que se deviam conseguir ver: uma é a dor. Devia existir uma espécie de luzinha que acendesse sempre que sentíssemos dor. Assim, acreditavam em nós. A outra, é a amizade. Também devíamos conseguir ver quem é verdadeiramente nosso amigo."

Há coisas que não se vêem mas que nós podemos fazer sentir. Espero que o vosso Natal seja cheio de sentimentos bonitos, muita alegria e coisinhas boas para comer.

Feliz Natal para todos!



Inté*

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Pormenores...

Destes últimos dias, apesar da azáfama - que na verdade é mais cá dentro do que lá fora - vão sobressaindo pequenos pormenores que, canalizando a minha atenção, mesmo que por pequenos períodos de tempo, frenam a aceleração que por aqui (mãozinha no peito) vai.

No Sábado passado, saídos de casa quase de madrugada, ainda o Sol não tinha nascido, já nós íamos a caminho da minha futura cidade. Mas aquela que eu deixei para trás, naquela manhã ainda por nascer, era um reflexo perfeito do céu, com as luzinhas das casas polvilhadas aqui e ali - um espelho irrepreensível das estrelas que ainda se podiam ver no plano acima.

A caixa onde guardamos o Presépio, que montámos hoje ao lado da árvore de Natal, é a mesma caixa desde que eu tenho memória da quadra Natalícia. Uma caixa hexagonal, em tons de castanho e beije, onde um dia alguém trouxe um pão-de-ló de Margaride. Está bastante mais velhinha, mas mantém um charme e um encanto que lhe valem um estatuto bastante especial no meu Natal. Esta caixinha é quase tão importante como a lareira acesa em casa dos Avós ou a fritura das filhós no dia 24. Quase que me apetece levá-la comigo; porque eu acredito que aquela caixinha, para além de guardar o Presépio guarda todos os Natais que eu já vivi.



Inté*

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Feliz Ano Novo!

O Novo Ano é uma ilusão feliz de que tudo o que passou (de mau, sobretudo), fica encerrado atrás de uma porta pesada que ninguém mais pode abrir e de que uma nova porta se abre, cheia de luz ,à nossa frente. É uma ilusão boa porque pode, efectivamente, motivar-nos para alterar certas coisas e construir outras novas. A boa notícia é que nós podemos recomeçar todos os dias e não apenas dia 1 de Janeiro. Todos os dias existem pequenas portas que se fecham e muitas mais que se abrem.
 
Espero que 2015 seja um ano muito feliz para todos. Quantas mais pessoas felizes, melhor. E eu espero encontrar muitas pessoas felizes pelo caminho e conseguir trazer alguma alegria às mais tristes.
 
Este novo ano é um ano muito importante para mim e para todos aqueles, que como eu, começam a exercer a profissão que há seis decidiram abraçar. Não peço que não existam dificuldades e dias menos bons mas, ao invés, peço que consigamos sempre vencer as adversidades e que consigamos manter em mente o porquê de estarmos aqui - esse há-de ser o nosso Norte.
 
Guardo em mim as vossas saudades e as recordações de dias muito felizes de um ano que foi difícil, mas que foi um ano muito bom. Acredito que trazer-vos em mim me faz melhor e me vai ajudar quando eu não souber para onde me virar... Vocês são um tesourinho bom que levo comigo.
 
Anda daí 2015, que nós cá estamos à tua espera :)
 
 
 
Inté* 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Só me lembro de coisas do Ano Novo... chata!


 
Pfff... como se os presentes nunca tivessem aparecido!
 
 
 
Inté*

sábado, 27 de dezembro de 2014

2015... vem daí meu puto!

Sim, sim, já sei que é um cliché fazer a listinha dos objectivos de Ano Novo, mas ainda assim, eu vou fazê-la. Porque 2015 é um ano importante para mim e eu quero que seja um ano feliz... e quem mais, se não eu, pode tornar o meu novo ano um ano feliz?
 
Cá vai:
 
- fazer uma viagem para fora do país
- escrever um livro
- visitar os amigos que ficaram a trabalhar longe de moi
- fazer novos amigos
- fazer mais exercício
- cantar num karaoke
- dedicar mais tempo à pintura e à minha guitarrinha
- cozinhar mais!
- estagiar numa especialidade diferente daquelas que conheço
 
 
Daqui a um ano vamos ver no que isto deu... se eu me esquecer, vocês lembram-me, combinado?
 
 
 
Inté*

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Palavra do dia

Palavra do dia de hoje é... chá.
 
Preciso desintoxicar.
 
E querem saber uma coisa? Este Natal não houve meias! YEAH!
 
 
 
Inté*

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Feliz Natal!

Feliz Natal a todos vocês! A todos vocês leem o Estudante, a todos vocês que estão mais longe, a todos os meus amigos que se espalharam por esse país fora e de quem eu tenho muitas saudades...
 
O Natal tem um brilho especial e uma magia qualquer... espero que traga com ele uma luz e um quentinho bom aos vossos corações.
 
Cuidado na corrida à abertura das prendas! Não se precipitem sobre os presentes com demasiada vontade. Ou então, precipitem-se um de cada vez e evitem traumatismos cranianos...
 
 
 
Inté*

 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Prendas para homens...

A sério?... Por mim, bania os senhores da minha lista sempre que tivesse de pensar mais de 10 minutos naquilo que tenho de vos oferecer (Grinch...).

Às vezes, é bastante óbvio, porque consigo perceber que há qualquer coisa que vos encanta e, a bem dizer, a piada de oferecer alguma coisa a alguém é oferecer-lhe aquilo que a pessoa deseja ou precisa. Mas hoje em dia, quase toda a gente tem "tudo"!...
 
Por outro lado, prendas para meninas é canja. Às vezes, consigo saber o que oferecer quase com um ano de antecedência. Não sei se tal se deve ao facto de também eu ser uma menina (já sei que os leitores mais recentes costumam pensar que sou um menino... mas não), ou de as mulheres expressarem melhor aquilo que querem. Sim, porque os senhores, muitas vezes, nem conseguem exprimir o que gostariam de comer ao jantar... imagino por isso, que seja realmente árduo conseguirem balbuciar aquilo que gostariam de receber no Natal.
 
De qualquer forma, este ano já consegui descortinar o que oferecer aos "meninos" cá de casa. Hallelujah, Hallelujah!
 

Inté*

sábado, 4 de janeiro de 2014

A Estudante oferece!

Oferecem-se 534 caixas de chocolates que sobraram da época Natalícia.

Também vos poderia oferecer peúgas mas este ano bati o record e só ganhei um par. YEAHH!



Inté*

sábado, 28 de dezembro de 2013

Prendas de Natal: o que muda à medida que crescemos

Quando somos pequenos, os nossos principais desejos de Natal são muito concretos: bonecas, bonequinhas, carros (... e hoje em dia, brinquedos mais tecnológicos). Enfim, uma infinidade de coisas. Depois crescemos mais um bocadinho, e começamos a desejar  bens mais abstratos e menos coisas, até que um dia, já muito crescidos, deixamos de querer coisas e os itens abstratos passam a ser os nossos únicos desejos (muita saúde, muita alegria, muito amor, muita paz).

Porém, apesar desta mudança significativa de prioridades, se assim lhe podemos chamar, uma ideia permanece na cabeça dos adultos que é a de que o Pai Natal, neste caso a vida, uma entidade divina ou que cada um entender, providencia tudo aquilo que desejamos. É aí que me parece que os mais pequenitos nos batem aos pontos na realização dos seus desejos. Primeiro, porque aquilo que querem pode ser facilmente adquirido e segundo, porque acreditam que o merecem uma vez que, durante todo o ano, mediante uma ameaça mais séria da Mãe, frequentemente verbalizada pela frase: "se não te portares bem não há prendas!", esforçam-se por merecer tudo aquilo que recebem.

Nós adultos neste ponto, somos bastante ingénuos porque acreditamos que o sucesso, o amor, as expectativas realizadas, entre outros, nos caem no sapatinho sem esforço; que tudo é obra da sorte e do acaso... E começar a acreditar que, apesar dos imprevistos, os mais importantes condutores da nossa vida somos nós?

Vamos deixar de acreditar no Pai Natal, por favor?



Inté*

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Boa Páscoa!

O título do post não é uma manifestação demencial. Trata-se apenas de uma estratégia de marketing.

E parece que o Natal chegou outra vez. Tenho a sensação de que o intervalo entre os Natais é cada vez mais curto... quando somos pequeninos o tempo passa tão devagar! E a véspera de Natal? Como demorava até chegar a meia-noite! Pobre Manhê... lembro-me perfeitamente de passar o dia inteiro a perguntar-lhe "Que horas são Mãe? Que horas são?"...

Que o Natal vos traga tudo de bom: aquilo que pediram e também o que não pediram, porque nem sempre o que pedimos é o que precisamos e nem sempre o que não pedimos é desnecessário.

Muitos chocolatinhos obviamente, e muitas outras doçuras não dependentes de glicose mas que não se vendem por aí...



Inté*

domingo, 1 de dezembro de 2013

Olá último mês de 2013!

E eis que entrou Dezembro, esse mês que, apesar do frio, eu adoro tendo em conta tudo o que ele traz consigo e significa. Até lhe perdoo os dias de ventania e de chuva só pelas decorações das ruas, as luzinhas nas janelas e a lareira acesa da Avó. Para a semana montamos a Árvore e até já ouvi falar em ementas Natalícias! Venham as filhós, os pudins, os serões mais tardios e a famelga!

Quanto ao espírito da época e aos extensos debates que geralmente surgem nesta altura sobre a perda (ou não) do significado do Natal, já me pronunciei várias vezes sobre o tema e mantenho a minha opinião. Se os outros fazem desta época uma correria louca às compras, se a televisão se enche de campanhas de solidariedade que não se vêem no resto do ano e se as pessoas apelam a valores que parecem esquecer nos restantes onze meses, isso lá é com eles. O Natal continua a ser especial e a significar aquilo que entendermos independentemente do consumismo que vai lá fora.

Continuo a ter esperança de ver nevar no dia 25 de Dezembro... será que é este ano?



Inté*


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Alô Alô

Venho dar-vos notícias, não vão vocês pensar que o facto de o meu último post ter sido no dia 21 não foi uma coincidência e que o fim do Mundo pode mesmo ter acontecido aqui prós lados da minha rua.
 
Mas não; fim do mundo já isto é, não pode ser mais. O que acontece é que há muitas coisinhas boas para comer por aqui e deu-me uma preguicite aguda nestes últimos dias. Ora, está-se mesmo a ver que tenho sido apologista de vários factores de risco cardiovascular, entre eles, a ingestão de docinhos e outras iguarias e também uma actividade reduzida. Um mosquitinho mais atrevido que me picasse agora, caía teso que nem um carapau com uma valente overdose de açúcar.
 
Contrariamente ao que eu desejava, também não nevou no dia de Natal, embora esteja um frio de rachar. Talvez para o ano, São Pedro me conceda este desejo. E vocês? Como passaram o Natal?
 
 
 
Inté*

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mais do mesmo

Amanhã tenho o meu último exame e vou entrar de férias, finalmente! Nem sei o que hei-de fazer primeiro: se por o sono em dia ou por o sono em dia.
 
Estes dilemas de férias são terríveis!
 
 
 
Inté*

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O meu lado Holmes.. Sherlock Holmes

Já sei todas as minhas prendas de Natal. Não são muitas, é verdade. Mas a minha perspicácia detectivesca aliada a uma grande falta de subtileza por parte da Manhê, é uma dupla perfeita. Não preciso de fazer esforço nenhum nem qualquer pesquisa exaustiva porque sei que, mais cedo ou mais tarde, Srª Manhê acaba sempre por levantar a pontinha do véu, mesmo sem dar por isso.
 
Já lá vai o tempo em que bastava esconder os presentes debaixo da cama!
 
 
 
 
Inté*

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Já me cheira...

... a Natal!
 
Finalmente fizemos a nossa árvore de Natal! Cá em casa é tradição colocar as decorações natalícias logo no primeiro dia de Dezembro mas este ano tivémos de adiar o feito. Eu, fã acérrima que sou desta época, já me começava a sentir deprimida por ainda não ter entrado verdadeiramente no espírito da coisa, mas agora já está!
 
Acho que de ano para ano, a nossa árvore fica mais bonita. A avó é que não deixa de ser a anti-Natal de sempre, com as suas intervenções hitlerianas em relação a tudo o que se possa associar a esta época. Enfim. Eu já a apelidei de "Grinch" e deixo-lhe aqui a minha pequena homenagem:
 
 
 
 
 
 
 
Inté*

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Considerações (pós) natalícias

Bem, parece que o dia mais desejado do ano já se foi!... Tanto tempo à espera e agora, puf!, terminou num piscar de olhos.

Sexta-feira recebi finalmente o email da minha amiga secreta pela iniciativa "Missão Natal" da Mary Jane. A minha amiga natalícia era a Kikas, que me escreveu um textinho muito bonito e simpático e se deu ao trabalho de andar a tirar fotos do Presépio e da árvore de Natal lá de casa para fazer uma montagem. Ela disse que ficou horrível, mas é mentira. Obrigada Kikas! :)

Ainda na Sexta-feira, o Mim resolveu fazer um Retrato à la minute dos seus leitores mais assíduos, nos quais me incluo eu. Escreveu assim:

Estudante Amarelo - Serenidade. A Estudante lembra-me um dia de Primavera num campo florido, uma brisa fresca e as abelhinhas a pousar delicadamente nas flores... lembra-me um livro, uma aldeia alentejana, o leve rumor da água num regato...
Não me perguntes porquê, que não vou saber explicar. ahah

Foi das coisas mais bonitas que já li! Sinceramente, nunca pensei que me descrevessem assim. Eu, que ando sempre a correr de um lado para o outro, refilona e uma stressada "invertebrada", nunca pensei poder transmitir serenidade a ninguém. Mas parece-me muito bem!

Agora me voy que há uma corrida à minha espera.



Inté*