segunda-feira, 8 de abril de 2013

Caramba...

... e pensar que ainda há pouco acabou o Natal e Nossa Senhora já está grávida outra vez! 

A religião respeita muita coisa, mas não cumpre o conceito obstétrico de gravidezes intervaladas por períodos mínimos de dois anos.



P.S: vou ter exame de Urgências, já sabem: torçam por mim!






Inté*

domingo, 7 de abril de 2013

Urgências e outras coisas mais...

Estou a estudar Urgências e tenho um conselho útil para vos dar.

Se se quiserem intoxicar por favor, evitem o arsénico e o sulfito de hidrogénio. É que se o primeiro provoca um hálito a alho, o segundo também não é muito melhor uma vez que parece causar um odor semelhante a ovos podres. Não me parece agradável ser recordado como "o gajo que cheirava mal da boca". E pior seria a não consumação da morte e o rótulo vitalício de "o gajo que ía batendo as botas e cheirava mal da boca".

Acresce ainda a possibilidade de que o mau hálito possa ser bastante prejudicial para as pessoas à nossa volta. Por isso, se não querem espantar vampiros e nem têm intenção de matar ninguém, evitem estas coisas, sim?


Obrigada.



Inté*

sábado, 6 de abril de 2013

A Avó

A minha Avó é uma personagem muito peculiar. Já vos tenho falado dela aqui e do seu hábito dramático de dizer que não chega ao ano seguinte. Desde que conheço a avó que a ouço dizer que "para o ano já cá não estou". Enfim... Até agora não tem acertado.
 
Mas, para além desta fixação que tem com o término da vida, a Avó tem aquilo a que eu chamo "síndrome das coisas novas" (já começo a fazer diagnósticos, viram?). Esta síndrome caracteriza-se por:
 
- olhos arregalados e midríase sempre que me vê pela primeira vez com alguma peça de roupa nova;
- verbalização da frase: "tens uma saia/camisa/etc. muito linda, filha!";
- repetição do mesmo fenómeno nas dez vezes seguintes em que uso a mesma peça.
 
Ao contrário do que possam pensar, a base desta síndrome não é apenas uma ligeira perda de memória... é mesmo e sobretudo a distracção da Avó, coisa que infelizmente, tem passado de geração em geração.
 
Um dia conto-vos os episódios que esta "distracção hereditária" tem despoletado por estes lados...
 
 
 
Inté*

Rainha dos post-its


Não consigo estudar sem escrever e depois dá nisto.

No meio de tantos post-it's até se torna difícil encontrar o livro!...



Inté*

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O Relvas? Veio uma vaca e...

Parece que o Relvas não teve condições anímicas para continuar com as suas funções no Governo (eu a pensar que ele só lá estava a fazer nada...) e teve de abandonar o barco. Aqui está a prova de que quem não sobrevive à vida académica provavelmente não sobrevive a mais nada.
 
A outra boa notícia é que a Estudante está de regresso, depois de uma pausa sabática de precisamente dois meses, que de sabática teve pouco...
 
Provavelmente não será a melhor altura para regressar, uma vez que estou em época de exames, mas o choro de saudade já começava a ser incontrolável e antes que me diagnosticassem uma depressão major decidi retomar a actividade blogueira. E por aqui, novidades?
 
 
 
Inté*

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Até já!

Não ando com pachorra para isto... há alturas assim, não é? Mas ao mesmo tempo tenho pena porque eu gosto muito do "Estudante", tal como um artista gosta da sua criação, e custa-me deixá-lo aqui ao abandono. Mas sinceramente, acho que o bloguinho vai ficar uns dias em banho-maria, até que nasça em mim outra vez uma vontade louca de escrever.


Portem-se bem!



Inté*

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Mendicidade e ladroagem

Parece que anda por aí um senhor de nome Fernando Ulrich que acredita que devemos dar todos o máximo por este país, tendo em conta que enquanto não formos todos mendigos ainda existe muito espaço de manobra. Obviamente, este senhor não se considera parte do "povinho" que deve ser esmifrado até ao tutano em prole do bem alheio, ou seja dos ricos, os únicos que ainda podem temer perder alguma coisa porque os outros já nada têm.
Por um lado, até agradeço que o Sr. responsável do BPI não se queira incluir no grupo de pessoas do qual eu faço parte, porque repartir a minha espécie e subespécie com um LADRÃO destes já é suficientemente humilhante. Olhem, e sabem que mais? Ele até tem razão!... Os mendigos evidenciam uma capacidade extrema de resistência! E ele, como ser humano que é (será?) também aguentaria passar o resto da vida na prisão, que é o local destinado aos criminosos. Sendo assim, enquanto este senhor não vir o sol nascer aos quadradinhos, ainda existe, de facto, muito espaço de manobra.
Inté*