E eis que entrou Dezembro, esse mês que, apesar do frio, eu adoro tendo em conta tudo o que ele traz consigo e significa. Até lhe perdoo os dias de ventania e de chuva só pelas decorações das ruas, as luzinhas nas janelas e a lareira acesa da Avó. Para a semana montamos a Árvore e até já ouvi falar em ementas Natalícias! Venham as filhós, os pudins, os serões mais tardios e a famelga!
Quanto ao espírito da época e aos extensos debates que geralmente surgem nesta altura sobre a perda (ou não) do significado do Natal, já me pronunciei várias vezes sobre o tema e mantenho a minha opinião. Se os outros fazem desta época uma correria louca às compras, se a televisão se enche de campanhas de solidariedade que não se vêem no resto do ano e se as pessoas apelam a valores que parecem esquecer nos restantes onze meses, isso lá é com eles. O Natal continua a ser especial e a significar aquilo que entendermos independentemente do consumismo que vai lá fora.
Continuo a ter esperança de ver nevar no dia 25 de Dezembro... será que é este ano?
Inté*







