sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Sonhos de abóbora (é Natal, é preciso vestirmos a camisola)

Hoje a caminho de casa, tive um encontro "feliz" com duas meninas adolescentes e comecei a pensar se Deus, caso um dia eu venha a ser mamã, me poderia poupar essa parte do crescimento a que chamam "adolescência"... saltávamos logo para uma idade menos... coiso.
 
Ou então, que as minhas crias não sejam assim tão, sei lá... parvinhas.
 
E já agora, perdoem-me a falta de espírito natalício que transborda neste post.
 
 
 
Inté*

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Coisas do Verão... (ainda)


Nós somos uns privilegiados pelo pôr do Sol que temos. O dia despede-se devagarinho, quase como se tivesse pena de nos deixar. É lindo, não é? Agora no Inverno, os dias são muito mais pequeninos e as cores já não são assim.
 



 O Pirata (aqui e aqui) continua enorme. Estava muito sério neste dia, geralmente não é assim... de todo! Ele gosta de tomar banho, sabiam? E não consente que ninguém lhe mexa na manta onde dorme.

Bom feriado para vocês!



Inté*

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Perguntas existenciais...

Porque é que as pessoas começam a gritar ao telemóvel quando ficam sem rede?
 
Qual a utilidade de um papel higiénico perfumado?
 
Porque é que os homens preferem as loiras?
 
Porque é que ainda não existe chocolate zero? (como a coca-cola...)
 
 
 
É tudo... por agora.

Inté*

Não diria melhor


Mais do que aquilo que merecemos, conseguimos aquilo que pensamos merecer. É assim que funciona, com base no valor percebido...


Inté*

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Pois é...

Que seca... apedrejem-me (com fruta ou legumes de preferência, são mais molinhos...) se o entenderem. Mas eu tenho de vos confessar que estou farta de férias. É verdade...
 
Eu levanto-me de manhã sem propósito nenhum e isso é horrível. Eu levanto-me e não sei o que fazer a seguir.

 
Sinto-me uma espécie de morsa...



Inté*

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Amorzinho

Se o amor fosse uma pessoa (ou duas...), seria certamente personificado pelos meus avós. Eles provavelmente não sabem, mas quando eu vejo a maneira como cuidam um do outro eu consigo acreditar que às vezes, o amor de verdade bafeja algumas pessoas.
 
De certeza que o Avô quando conheceu a Avó, nunca pensou que o amor dela por ele, mais do que beijos, abraços e palavras bonitas, seria todo o esforço que ela faz para o manter confortável agora que ele está doente. Nunca imaginou de certo, que aquela menina tão franzina seria capaz de lhe dar banho, de deitá-lo e de lhe dar as injecções de heparina.
 
Quando conhecemos alguém nunca pensamos em nada disto. E é assim que tem de ser para, mais tarde, quando os dias são menos bons, nascer esta surpresa que a vida reserva para os verdadeiros amantes: esta manifestação de amor incondicional, quando pensamos já conhecer o expoente máximo daquilo que o amor pode dar.
 
Eu também quero um amor assim. Daquele que não nos faz ter medo de nada; daquele que nos faz pensar que um dia, se for preciso, pegamos na nossa pessoa ao colo e levamo-la connosco.

É engraçado pensar que, no meio de tantas adversidades, os avós são na verdade, pessoas cheias de sorte... porque, o que nos fica da vida a não ser o amor que damos e aquele que recebemos?
 
 
Inté*

C'est la vie!

Há ali uma etiqueta que que é capaz de nunca mais ser utilizada... "faculdade".
 
Nota-se muito que tenho saudades?...
 
 
 
Inté*