terça-feira, 15 de abril de 2014

Fácil, fácil!

Dos maiores confortos que a vida me pode dar é o Sol. Esse Sol que por estas bandas Lusitanas está presente quase todo o ano e vem sem pedir nada em troca. E quando está Sol e eu o sinto pousar ao de leve na pele, um calor aveludado e doce, eu tenho tudo e não tenho mais nada. Porque naquele instante em que o tenho comigo, ele é-me completamente suficiente.

Vejam só como é fácil ser-se feliz aos pouquinhos.


Inté*

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Definitivamente... NÃO

Queridos leitores masculinos,


Estas camisas... Mas PORQUÊ?!

Parece-me mal que usem decotes maiores que o meu...



Inté*

domingo, 13 de abril de 2014

Subtilezas

Eu sei que cozinhar é uma das formas que a Avó tem de mostrar o amor que tem por nós...

...assim como para o Avô, arranjar-nos as bicicletas é uma maneira de dizer: gosto de ti.



Inté*

sábado, 12 de abril de 2014

Pérolas... e porcos

Ui, ui... tantas teias de aranha que há por aqui.


Bem, a verdade é que parece que a Primavera já chegou e eu agradeço-lhe imenso que me tenha feito esse favor porque já cá cantam três gripes e o orçamento para lenços de papel não é ilimitado. Apesar de todas as desvantagens que a doença me possa ter trazido, não posso deixar de referir os conhecimentos que me aportou em termos da Medicina Tradicional. Ora, atentem bem no que vão ler a seguir.

Parece que uma solução para a tosse nocturna é esfregar as plantas dos pés com tintura de  iodo. Eu acho que há que investir nesta solução, quanto mais não seja pelas pinturas rupestres que se fazem nos lençóis. Mas deve ser usada apenas quando tiverem muitos, muitos acessos de tosse, que é para sacudirem bem essas pernas inúmeras vezes, caso contrário o efeito artístico não será o mesmo.

Uma versão mais moderna da anterior, é esfregar os pés com Vicks. Esta será menos... vá lá, porca do que a do iodo mas ainda assim, inútil por inútil, mais vale a primeira que sempre dá para exercer dotes artísticos.

A última que ouvi e que consegue ser ainda mais estúpida que as outras duas foi (rufar de tambores): colocar um sabonete ao fundo da cama. Extraordinário. Fiquei na dúvida se isto não seria uma tentativa de minimizar um pouco a bodega das duas primeiras, mas sem água não me parece que a coisa vá lá.

Não experimentei nenhuma destas, verdade seja dita. Mas dormi de meias porque, a julgar pelo ênfase que foi dado aos pés, a gripe deve apanhar-se de baixo para cima e assim, tive o cuidado de aquecer bem o dedo do pé grande, ups!, desculpem, o dedo grande do pé, que parece ser a origem de todos os males.



Inté*

sábado, 8 de março de 2014

O dia de quem quer ser diferente...

O dia que só fará verdadeiramente sentido quando deixar de ser e que verá cumprido o seu propósito quando ninguém se recordar o porquê da sua existência. Todos os dias que são criados para lembrar que ainda subsistem diferenças, só têm razão de ser até que todos deixem de recordar os motivos que levaram à sua criação. 

O dia da Mulher não pretende recordar as diferenças entre homens e mulheres mas antes, motivar a procura de equidade entre ambos. Porém, em vez disso, o dia 8 de Março é a data em que as pessoas (sobretudo as mulheres) fazem questão de assinalar o que as distingue do sexo oposto. Ingenuidades à parte, todos sabemos que uma mulher fica sempre mais bonita se o coração dela tiver lugar no peito de outra pessoa… Portanto, deixem de procurar desculpas. 

Enquanto as mulheres virem este dia como o único dia do ano em que podem sair e fazer aquilo que quiserem, então este dia deverá continuar a ser assinalado. Todos os dias são dias de homens e mulheres fazerem aquilo que os faz felizes.


Inté*

sexta-feira, 7 de março de 2014

Quando o resto não chega...

O Boticário está a oferecer hoje e amanhã um batom a todas as senhoras que se apresentem na loja mediante a apresentação do respectivo BI/Cartão do Cidadão.

É certo que ainda há por aí muito buço farfalhudo, mas daí a ser necessário mostrar o BI...



Inté*

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

À minha maneira...

Fui-me apercebendo que tenho uma maneira desajeitada de gostar das pessoas. 

Não é gostar nem mais, nem menos... é só um gostar diferente.



Inté*