segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Um Desafio!

Fala-se muito acerca da disparidade do estado da saúde das populações entre os países ditos desenvolvidos e os países em desenvolvimento. Assustam-nos os números da obesidade e das infecções por HIV; somos permanentemente confrontados com a qualidade do nosso estilo de vida, cada vez mais relacionado com o aparecimento de doenças crónicas... enfim, uma parafernália de dados que temos de assimilar a todas as horas.
As minhas perguntas são:

Em que países ocorrem mais mortes por doença crónica?

Qual a maior causa de morte na maioria dos países?

Quais as classes sociais mais afectadas pelas doenças crónicas?




Cabulazinhos visitantes, conseguem adivinhar? ;)




Inté*




O nosso mundo...

Segundo a Organização Mundial de Saúde, morrem por ano 8 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade devido a má nutrição!




domingo, 9 de janeiro de 2011

Lili Caneças...

...disse, a propósito da morte de Carlos Castro:

"O importante é ter morrido em Nova Iorque"...

E depois acrescentou,

"Uma cidade que ele tanto gostava!"


Oh Lili, tem dó... parece-me a mim, que morrer como ele morreu é mau em qualquer lado do Mundo. É caso para dizer, vai morrer longe!



Inté*

sábado, 8 de janeiro de 2011

Cultura vs Rebanho

Ontem estive a falar com um colega meu, com quem até me dou bem, e surgiu-me uma grande dúvida. Ele é daquelas pessoas com quem nos podemos dar bem se não ligarmos a metade dos seus fanatismos... adiante. Dizia ele que passava a vida no youtube para aumentar a sua cultura. Gostava de ouvir as músicas de que os outros lhe falavam e estar a par das novidades. Fiquei a pensar se não haverá diferença entre enriquecer a cultura e pertencer ao rebanho. Porque, sinceramente, ouvir músicas de castigo só porque toda a gente as ouve e conhecer o que todos conhecem é, na minha opinião, mais a preocupação de ser igual a todos e poder inserir-se no meio das ovelhas do que, propriamente, enriquecer culturalmente. Se calhar digo isto porque não sou adepta da pesquisa compulsiva. A cultura é algo que se vai adquirindo, e não algo que se ganha em meia dúzia de vídeos... mas enfim é a minha ideia. Tão válida como outra qualquer.



Inté*

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Realidades de uma vida adulta

Perdi o encanto por príncipes e princesas quando descobri que eles também iam à casa-de-banho... Não concebo uma Cinderela sentada na sanita de vestido de gala arregaçado...


Inté*

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Ainda o post anterior...

Em primeiro lugar desculpem as asneiras de ontem... mas estas injustiças irriiiiiitaaaaam-me!
Adiante. Já percebi (percebo, mas não entendo) o que aconteceu com as nossas bolsas. Então vou passar-vos a explicar, devagarinho, porque não faz muito sentido. Quando nos candidatamos à bolsa, um dos parâmetros a ter em conta, é o valor da bolsa que os irmãos recebem no ano transacto (vejam bem, a dar com uma mão e a tirar com outra), assim como o rendimento dos pais. Como a minha irmã mudou de curso, houve um ano em que recebeu apenas três meses de bolsa. Como eu sempre recebi os dez meses de bolsa por ano, os rendimentos que contam para a minha irmã são maiores que os meus . Ou seja, ela recebeu menos bolsa e vai continuar a receber menos bolsa; eu que teoricamente recebi mais dinheiro que ela vou continuar a receber mais!...oi? Assim, o Estado, muito poupadinho, coitadinho, pensa que eu ainda tenho o dinheiro que recebi no meu primeiro ano de curso e conta com todo o dinheiro que eu recebi desde 2008... ahaha! Com fotocópias, transportes e livros que custam mais de 70 euros cada um, é ÓBVIO que ainda tenho o dinheiro de 2008.
Enfim, nem sei que vos diga!... isto é injusto não é? Nem os senhores dos serviços sociais nos sabem explicar isto.



Inté*

domingo, 2 de janeiro de 2011

Não sei como intitular este post...

... porque só me apetece dizer asneiras! Recebemos os resultados das bolsas e a minha irmã, que até vive comigo, que assim como eu, não trabalha e que até faz parte do mesmo agregado familiar que eu, recebe quase metade do valor que eu recebo. Eu pergunto-me onde esta gentinha anda com a cabeça! É que ao menos poderiam dar-se ao cuidado de verificar se aos elementos do mesmo agregado familiar tinha sido atribuído o mesmo valor... digo teu. É lamentável e vergonhoso que isto aconteça. Estamos nas mãos de uns grandessissímos incompetentes; será que não se dão conta de que estes erros podem condicionar a permanência de um aluno no ensino superior (ou outro)? Porque é que as pessoas não se empenham no trabalho que lhes é atribuído?? Só interessa o ordenado ao fim do mês, é?
Cambada de anormais, bestas quadradas, filhos da p***, ca**ões... Estou capaz de vos bater! Deviam receber por nível de competência...



Inté*