quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Desafio

Ora, parece que o XL do blog Até aos Cem me propôs um desafio. E ganhei o meu primeiro selo! Tão lindinho :D Obrigada!



A) Tenho de dizer quem me ofereceu:
- XL do blogue Até aos Cem
B) Tenho de partilhar 7 coisas sobre mim (ai caraças...): 
1- Sou de riso fácil... não é preciso muito para me fazerem rir. Não sei se é bom ou mau, porque estar constantemente a rir pode diminuir a minha credibilidade x)
2- Odeio o meu nariz
3- Como mostarda como se não houvesse amanhã... (é dos molhos que engorda menos meninas, por isso comam à vontade)
4- Não gosto de ver filmes de terror. Quando sou "obrigada" a ver algum, escondo-me atrás de uma almofada e só espreito de 10 em 10 minutos.
5- Tenho de comer um cupcake antes de morrer (ou meia dúzia, vá)
6- Não gosto de ir ao médico e odeio tirar sangue
7- Quando era pequena achava que ía ser cantora... que ingenuidade!


C) Passar este selinho a mais 7 blogs
Inté*

Santa Terrinha

Comprar o passe numa cidade pequena pode ser uma aventura. Aliás, quase tudo pode ser uma aventura numa terra em que o pessoal parece funcionar a pilhas. Mas, voltando ao passe. O porteiro da empresa onde compramos os passes é um senhor já de alguma idade, que parece estar ali porque algum familiar seu trabalha na Câmara Municipal e quis ser agradável com ele. Concerteza, este senhor de quem vos falo deve ter salvo a vida ao seu familiar, porque na verdade a utilidade das funções (já agora, quais?..) que ali exerce, não é de zero mas sim de menos um.

Para além de não estar ali a fazer uma merda, o senhor é um antipático e arrogante de primeira; comentários descabidos de quem quer mostrar serviço e não sabe como. E depois de estar um ano a aturá-lo uma vez por mês, decidi que este mês ía ser diferente e que se o raio do homem viesse com aquela arrogância toda outra vez, desta vez ia comê-las. E comeu. Não o suficiente, pareceu-me. Mas tive tantas ganas de lhe puxar o bigode até ao cu! Grrr! M'a cague se um dia não desato à porrada com aquela cunha mal metida!

E agora já chega, que a minha futura profissão não me permite este tipo de linguagem em público.




Inté*

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Será um "R"?... --'

Hoje é dia de consulta no oftalmologista. Todos os anos, pelo menos uma vez por ano, aí vai a pitosga visitar a Dra C. Não cultivo um grande amor pelas idas ao médico (um bocado contraditório, eu sei), mas a ida ao oftalmologista é das piores e quem, como eu, também se vê obrigado a proceder regularmente à revisão dos olhos, concerteza me compreende...

Primeiro, é aquela luzinha que nos apontam para a vista... "não feches, não feches!". E eu quase a cegar, com a lágrima no cantinho do olho... e claro, pisco os olhos p'raí umas cem vezes o que não ajuda muito na celeridade do processo. Depois, é aquele aparelhómetro que nos metem na cara, que nos faz parecer uma personagem secundária dos Star Wars. E por último, não me poderia esquecer do que é experimentar todas as graduações possíveis, a olhar para um esquema de letras na parede do fundo e que me faz parecer uma analfabeta porque erro sempre metade...

Pior do que isto, só mesmo uma ida ao ginecologista...



Inté*

domingo, 4 de setembro de 2011

Yo no creo en brujas...

... pero que las hay, l'ASAE.

E não é que a ASAE esteve em Vilar de Perdizes este fim-de-semana? Ainda não se sabe se a denúncia partiu de um cliente descontente por a pata de coelho não ter sido suficientemente eficaz, ou se eram os amuletos contra o mau olhado que eram contrafeitos. (Em todo o caso, eu apostava num problemazito qualquer com o pau de cabinda, mas não quero ser reles...)

De qualquer forma, se fosse um dos indivíduos que por lá andou a meter-se com as bruxas, não saía de casa nos próximos três dias... só por precaução, claro.



Inté*

sábado, 3 de setembro de 2011

Padrões Upa, upa!

Sou uma rapariga sem gosto pré-concebido no que diz respeito à aparência masculina. Nunca me ouvi dizer: "gosto de loiros espadaúdos com olhos azuis..." e também não percebo aquela frase "é dos carecas que elas gostam mais". Carecas gosto muito é de pêssegos... Adiante. Não ter uma imagem formada na minha cabeça pode até ser um problema do mesmo género que é não fazer uma lista quando se vai às compras mas, como nestas coisas das relações amorosas a coisa não é tão simples como ir ao Continente e encher a dispensa, nunca me preocupei muito com esta minha lacuna.

Por outro lado, penso que até pode ser vantajoso não viver com uma imagem mental estabelecida de como eu quero que pareça um futuro Estudante. Imaginam o que será defender a vida toda um gosto afincado por morenaços atléticos e depois chegar a casa com um branquela de metro e meio?... uma das situações ridículas que certamente não me ocorrerá durante a vida (pelo menos esta eu posso evitar!).

Não sei se este assunto abonará muito a meu favor, uma vez que poderá surgir nas mentes mais pérfidas a ideia de que, não tendo um padrão estabelecido, eu ando praí aos caixotes... mas eu confio na vossa boa vontade.



Inté*

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Pois é bebé...

E por falar em OVNIS, lembrei-me deste texto:

O professor alemão Sebastian Hoerner, astrónomo do SETI, aponta outra razão para não termos ainda conseguido estabelecer contacto com extraterrestres. Suspeita que os acontecimentos mundiais que se transmitem por rádio e por televisão através da atmosfera assustam os extraterrestres. "Se realmente existirem e se nos julgarem apenas pelas notícias de guerra e pelos actos terroristas da televisão, não podemos estranhar o seu silêncio" - in Profecias Secretas

Chamem-lhes lá burros!...



Inté*

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Caros bloggers...

...quando vocês escrevem textos muito bons, nunca sei o que dizer. Se tiverem uma opção "pseudofacebokiana" clico no equivalente a um gosto, mas não comento, porque penso que por vezes, os comentários podem distorcer o texto original e, na dúvida entre dizer baboseira e não dizer nada, fico-me pela última.

Por outro lado, quando encontro textos maus, também não comento, o que me parece injusto relativamente a textos realmente bons. Mas sou apologista de que se não for para deixar um elogio sincero, mais vale não escrever nada.

Daí que tenha chegado à conclusão de que, embora a minha reacção perante coisas boas e más possa ser semelhante, no primeiro caso é resultado de um acto de contemplação e no segundo, é resultado de um acto de completo desprezo.

Inté*